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Brasileiro Série A

Gosto da turma do amendoim; veja frases da chegada de Felipão

15 jul 2010 - 13h02
(atualizado às 18h35)
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O técnico Luiz Felipe Scolari é a grande esperança do Palmeiras para voltar a brigar por títulos. De estilo solto, o treinador falou sobre tudo na apresentação na Academia de Futebol: rumor sobre o retorno à Seleção Brasileira, turma do amendoim, reforços, entre outros.

Veja o que falou Luiz Felipe Scolari na apresentação:

Chegada
Bom dia a todos, obrigado pelo comparecimento, apoio e incentivo no meu começo de trabalho no Palmeiras. Agradeço ao Banif por terem me recebido em Portugal como fizeram, com um carinho especial e pela forma como os portugueses receberam a minha família em Portugal. À Parmalat, também o agradecimento de muitos anos; fiquei muito feliz em saber que eles voltam ao mesmo tempo em que eu volto ao clube. A Unimed é um caso especial, pois vem cuidando da minha família e da minha mãe há 30 anos, e ela está bem, muito bem. Sinal de que tem ajudado. Obrigado, principalmente, (presidente Luiz Gongaga) Belluzzo, por me fazer voltar ao Palmeiras; Gilberto (Cipullo, vice de futebol), pela reunião em Portugal que me ajudaste.

Vou tentar fazer aqui tudo o que fiz nas últimas equipes onde estive: trabalhar de coração. Posso dizer que nada mudou, minha forma de trabalhar, meu envolvimento com o clube provavelmente será ainda maior. Quero permanecer no coração de vocês por muito tempo. Dizer que não vai ser fácil todo mundo sabe, nunca é assim. Um projeto, quando se monta, não dá frutos de um dia para o outro, mas ao decorrer do trabalho. Já sei que tivemos algumas situações duvidosas quando comecei, mas depois todos foram se envolvendo com o Palmeiras, e foi fantástico. É isso que vim fazer com meus atletas e minha comissão: tentar atingir os objetivos. Um grande abraço, conto com vocês.

Como trabalhar com elenco?
Em primeiro lugar, a situação do Cleiton Xavier já estava dentro do planejado, dentro do definido com quem trabalha conosco, que é a Traffic. Temos o compromisso junto a eles e honramos, é isso que fico satisfeito. Naturalmente é uma perda muito grande, assim como já perdi o Diego Souza. Talvez, até para me fazer um carinho, vá buscar dois jogadores, pois me tirou dois. É uma situação que vamos trabalhar normalmente. Mas não estamos aqui apenas para solicitar reforços, mas para observar mais jovens que tenham futuro, que é o que foi feito naquela época de 1997 e a 2000, por isso que pedi calma.

Seleção?
Eu me apresento hoje no Palmeiras com intuito de trabalhar aqui, é a milésima vez que digo isso. Nunca trabalho em um lugar com a intenção de ir para outro. Meu primeiro lugar é o Palmeiras. Neste momento, quero encerrar essa situação porque vim me apresentar ao Palmeiras, que é quem vai fazer parte da minha vida.

Manifestações pró-Seleção
Não estou preocupado com o que vai acontecer com os outros times, mas a quem me deu a oportunidade de voltar ao Brasil. Naturalmente que eu agradeço todas as manifestações carinhosas e calorosas do povo brasileiro em relação à minha pessoa desde que estive na Seleção, mas meu foco é o Palmeiras. Assim que vou fazer.

Ficará no banco contra o Santos?
Nossa retomada começa hoje contra o Santos, que tem uma qualidade espetacular. O Murtosa veio trabalhando e não vou ficar no banco porque não conheço profundamente o plantel, não tenho um conhecimento do que foi trabalhado para substituir ou tomar alguma atitude. Mas como Murtosa e eu trabalhamos juntos há 28 anos e sei que posso confiar, vou estar em outro lugar conversando com o Murtosa para que, a partir de amanhã, possa conhecer melhor cada um. Isso é a partir de amanhã. Ele tem que fazer pela vida amanhã, porque senão amanhã o Murtosa está fora (risos).

Houve contato da CBF?
Não.

Valdivia? Aprova?
Claro que aprovaria, é um jogador que está identificado com o Palmeiras e o que mais precisamos no momento são identificações: atletas que joguem no clube e se identifiquem. O Valdivia é um atleta que está identificado, travamos contato quando jogamos no Uzbequistão, deu camisa do Al Ain ao meu filho... gostaria sim de contar com ele, mas o presidente é quem trata do assunto. (Belluzzo: gostaria de esclarecer quanto a uma notícia que foi dada sobre estar saindo para contratar o Valdivia sem o conhecimento da diretoria de futebol é algo sem pé nem cabeça. Tivemos que viajar para conversar com o jogador, mas pedimos permissão do clube para conversar com o jogador, essas negociações estão prosseguindo. Mas não posso garantir que ele vai ser contratato ou não. Às vezes me perguntam as chances, se 50%, 100%. Porcentagem é uma obsessão dos entrevistadores. Estamos trabalhando, e isso tem um grau de incerteza e exige uma carga de trabalho brutal. É isso que posso dizer).

Sem Diego Souza e Cleiton Xavier, o desafio é maior?

Claro que aumenta a dificuldade, todos somos sabedores que hoje temos algumas dificuldades em encontrar jogadores que sejam melhores ou que possam acrescentar ao que já temos aqui. Temos um grupo muito bom, jovens de qualidade... há equipes com o grupo totalmente fechado e em melhores condições, mas sabemos que é um projeto de longo prazo. Não é de um dia pro outro. Aumenta sim, mas é dentro daquela ideia que já discutimos com o presidente e com o Gilberto. Naturalmente que já indicamos 3 ou 4 nomes, mas por terem qualidade os clubes não os vendem. Vai ficar para mim muito mais tranquilo e fácil jogando esse resto de ano até o final, pois aí terei uma observação global de todos os campeonatos brasileiros e mais oportunidade para fazer indicações também de jogadores, que muitas vezes são desconhecidos, mas que têm boa qualidade. Há um jovem que o Palmeiras contratou, o Tinga, que tem boa qualidade. Achamos que, à medida que vamos jogando e trabalhando com o Palmeiras, vamos descobrindo outros nomes para indicar ao Palmeiras e à parceria, que vai continuar nos ajudando e investindo no Palmeiras. Se o clube faz um esforço que fez para trazer alguém que está fora do Brasil e tem um currículo aqui como o nosso, naturalmente a parceria pode pensar que pode investir A, B ou C e colocar na mão do Felipão que vai ter um resultado positivo.

Ser um treinador ídolo facilita?
Dá uma responsabilidade maior. Vim com um grande palmeirense, filho de um ex-presidente há muito anos, e falando sobre o Palmeiras. Depois, muitos palmeirenses vieram e disseram que não iriam cobrar esse ano, mas sim no próximo. Isso é o normal do futebol, hoje mesmo vamos jogar e ser cobrados. Isso é a função do técnico, esperar isso. Vou passar as dificuldades das nossas condições atuais e do mercado, então vamos valorizar o que temos hoje e o que podemos lançar, porque este é o nosso time do momento e os jogadores em quem temos que confiar. Eles terão que crescer ou, se não chegarem, não ficarão no Palmeiras.

Marcos?
A gente vai ver com o Marcos o que ele está pensando e como está trabalhando. Naturalmente, se ele tiver condições e estiver mentalmente com condições de dizer que pode continuar jogando e o Carlão disser "Felipe, ele é o melhor", vou fazer um esforço para ficar com ele. Para mim não tem isso de idade, tem gente com 36 ou 37 que pode jogar, assim como pode com 15 ou 16.

Traffic
Se não temos hoje o Cleiton, temos outros para a posição, como o Lincoln e o Patrick. Temos que estar preparados para uma situação normal do futebol. Os jogadores, assim como chegam, podem sair. E nós, do Palmeiras, temos que estar preparados para essa situação.

Quem seria o treinador ideal para a Seleção?
Não há pressão alguma, não tenho pressão de nenhuma outra entidade. Como já disse, fico feliz e orgulhoso por, oito anos depois de sair da Seleção e dez do Palmeiras lembrarem de mim e valorizarem meu trabalho, mas meu compromisso é com o clube. E quem sou eu para indicar A, B ou C? Não tenho esse poder, que é do Ricardo Teixeira. Ele vai escolher. Algumas pessoas, até alguns jornais entendem que falei de A, B ou C, mas nunca falei de ninguém. Naturalmente, quando clubes me pergutam por determinados técnicos, tenho o maior prazer de dar as características e dizer se é bom ou não para o time. Mas para seleção, não tenho possibilidade alguma de dizer A, B ou C ou influenciar.

Ricardo Teixeira ainda não o convidou para a Seleção porque você disse não duas vezes. Você não quer o cargo?
Vamos separar as situações. Fui técnico da Seleção, terminou meu contrato, fui convidado a conversar com ele, conversei com ele por quase que 2h sobre a Seleção e projetos, e no final da conversa, depois de tudo o que conversamos, perguntei a ele: se eu fosse Ricardo e tu Felipão, o que diria? E ele disse "vai embora, que é muito bom para ti. Procura outras alternativas, técnico que ganha na Seleção...". São situações que ele mesmo já teve como experiência. Depois, em 2006, recebi um convite. Preferi não conversar, porque consultei minha família e minha mulher disse que não era hora ainda de retornar. Foi quando eu disse não. Agora, tinha tudo acertado com Gilberto e Belluzzo, disse que viria e que chegaria no dia 15. Aqui estou. O que eu tenho que pensar e vocês devem acabar com a ideia é de que se fala, se convida, se não convida... não é questão de convite. Hoje eu sou o técnico do Palmeiras, encerra o assunto. Se houver especulações no futuro, passa por Gilberto e Belluzzo. Eu só tenho que seguir o que é que vai ser organizado por eles, que são quem me contrataram para o Palmeiras. Não é que eu não queira dizer, eu fico satisfeito, contente e alegre, tudo o que se pode imaginar de objetivos, pelo carinho com que me tratam. Mas, como qualquer pessoa normal, devo ser agradecido à situação que estou vivendo no Palmeiras. Vou ser sempre lembrado e representado pelo que fiz no Brasil, especialmente na Copa do Mundo de 2014. Nesses anos em que fiquei fora do Brasil, devo ter feito amizade com a maioria dos técnicos de seleções. Provavelmente, quando vierem jogar aqui em 2013 ou 2014, muitos deles vão se dirigir a mim como amigo para pedir indicações. Se eu não estiver no Palmeiras, vou representar o Brasil com certeza. O Brasil é meu País, e temos a Copa de 2014. Pronto? Sim ou não? É isso.

Ah, e queria, em cima do que tu falaste, hoje já estamparam nos jornais que eu mandei fechar o CT. Já começaram errado. O CT está fechado há 45 anos, eu nem tinha nascido e já era fechado para treinamentos. Vocês todos sabem que há horários definidos, tinha com o treinador anterior, com o antecessor, com o Pedro, com o Juquinho, com o Pedrinho. Não sou eu. Já é uma situação altamente ridícula para quem já colocou isso aí. Nem tive oportunidade de pisar em São Paulo e já estou chupando a cana e assobiando ao mesmo tempo. Vou trabalhar com carinho e amizade, mas tenho que ter os atletas comigo e fazer com que eles se sintam protegido, e isso vez ou outra se passa em horário de treinamento. É só uma questão de confiança e amizade, de reciprocidade, que não vamos ter problema. Temos certeza.

Metas?
Um dos objetivos é que consigamos as primeiras posições para disputar a Libertadores: chegar entre os cinco colocados ou vencer a Sul-Americana. Temos a oportunidade, vamos lutar por isso.

Como foi o processo de negociação? Houve convite do Inter?
O processo da minha vinda para o Palmeiras iniciou quatro meses atrás, quando eu comecei a ter uma situação de Uzbequistão que poderíamos sair de lá por uma razão que a gente não precisa mencionar envolvendo as pessoas que dirigiam o clube. Começamos a conversar. Meu projeto era vir para o Brasil em 2011, depois de estar organizada a vida do meu filho em Portugal, na universidade. Mas como as coisas se aceleraram, acertamos em um determinado momento quando o Cipullo foi a Portugal. Foram dois dias conversando. Levamos aí mais um tempo para confeccionar o contrato com os interesses meus e do Palmeiras. O Internacional, por meio de algumas pessoas, fez um convite, sondou e viu a possibilidade de eu voltar ao Brasil e ao RS. Ainda não tinha definido totalmente a situação, só que, como eu disse uma vez, vou dizer novamente: a minha identificação com o Grêmio também é muito grande, comecei a torcer desde criança. Não sei se é correto trabalhar no Rio Grande do Sul com uma equipe rival daquela com quem sempre me identifiquei. Não sei como isso resultaria em uma situação para mim ou para o clube e achei melhor dizer que não era correto e não existiria aquela predisposição. Continuamos com uma boa amizade, mas dentro do que pensei, eliminamos essa possibilidade.

O que faria se fosse feito o convite da Seleção?
Eu nem assinei o contrato ainda. Disse que vou pedir aumento, porque já tem uma situação nova, o Cipullo deu risada. Nem assinei o contrato e vou dizer "se eu for embora amanhã...". Se não. A única certeza que eu tenho é que estou no Palmeiras, vou fazer meu trabalho pelo Palmeiras... Não vamos falar mais de nada, não vamos nem alimentar uma situação que não existe e nem pensar no que não existe. Não adianta nada. Isso é o que eu penso. (Belluzzo: não preciso dizer mais nada, o Felipão já disse o que pensamos. Eu, por temperamento, orientação e estratégia política, não sou intransigente. Só fiz uma afirmação: o Luiz Felipe Scolari veio para o Brasil para ser técnico do Palmeiras. Ponto, parágrafo).

Turma do amendoim?
Olha, até perguntei onde estava a turma do amendoim, às vezes eles diziam que eram e me adoravam. Eu também gosto daquele pessoal, foi uma denominação. O presidente me disse que existe um site, turmadoamendoim.com ponto alguma coisa. Disse que vou fazer parte.

Jovens
Temos o Patrick, o Vinícius que também tem potencial, o Tinga que chegou agora. Com o tempo vou olhar para os juvenis que aos poucos podemos trazer. São jogadores que devem ser colocados em determinados momentos, não podemos arriscar muito. Temos um grupo muito bom, claro que precisamos de um grupo ainda maior com 2 ou 3 jogadores de peso. Mas como não temos ainda, vamos valorizar o trabalho feito na base.

Vai ao Pacaembu?
Vou ao jogo, claro. Tenho que ajudar o Murtosa, ou vou demitir in loco ou ficar fora de novo no próximo jogo. Normalmente vou ligar para o Murtosa, vendo o jogo. Mas ele trabalhou com o grupo, já discutimos hoje uma situação tática que eu imagino ser correta que ele me apresentou. Mas ele lá, durante o jogo, quem pode colocar ou dar um resultado melhor. Eu, lá de cima, vou dizer uma coisa ou outra que estamos vendo. Ele que vai ter que fazer a substituição, porque não tenho o conhecimento do atleta normalmente.

Relação com imprensa?
Quero ter uma relação tranquila, mas não posso abrir as portas o tempo todo. Em alguns dias há a possibilidade ficarem algum tempo, outro dia ficarem todo o tempo no clube. O Acaz (Fellegger, assessor) é chato, mas é gente boa. Mas não tive a oportunidade nem de conhecer ainda, quero uma relação em que nos sintamos bem sem interferir, prejudicar vocês. Claro que há alguns dias em que eu preciso de alguma situação restrita ao meu grupo para passar aos jogadores algo que vocês não precisam tomar conhecimento. É uma relação que não precisa ser passada para fora. Mas vamos abrir, situações normais que vocês estarão confortáveis.

Técnicos estrangeiros, Lippi, Domenech...
Não tenho mais nada para falar, são ótimos técnicos, vencedores, títulos, grande qualidade... mas lá (na Copa) tinham 32 com muita qualidade, só não classificaram. O cargo de técnico é bem classificado, acho que trabalharam para esse acontecimento. Acho que estamos aproveitando tudo aquilo que foi feito por nós e por muitos outros até um determinado ponto e não podemos extrapolar.

Perdeu meias, como suprir?
A minha confiança é no Lincoln, no Patrick, no Tinga, nos jogadores que estão comigo agora. Se eu tiver ainda a oportunidade de indicar um ou outro, pode ser que tenhamos o Valdivia... são jogadores da minha confiança no momento, vou fazer com que se sintam confiantes para dar o seu melhor. Naturalmente alguns são jovens e terão dificuldades, outros terão mais experiência... vamos compor o grupo com o que temos no momento.

Psicóloga Regina Brandão
Ela sabe que vou procurá-la, tem conhecimento de que possivelmente fará um trabalho específico no Palmeiras como fez em outra ocasião. Claro que eu preciso do auxílio dela, do que ela possa fazer por nós nesses próximos 40, 60 dias, até para que eu tenha um pleno conhecimento do que é que esses jogadores precisam e onde é que posso ajudá-los e para que eu erre o menos possível na condução de alguns jogadores. Vou trabalhar com ela, sim. Naturalmente a permissão vai ser dada pela direção, mas claro que vou procurá-la.

Jamais vai para o Corinthians?
Uma questão é rivalidade entre dois clubes do Sul, aqui há a rivalidade entre 4, 5, ou 6. O São Paulo também é outro rival, o Santos, a Portuguesa... aqui há outros rivais. Aqui o mundo é diferente daquele que eu vivi no Sul. Lá é A ou B. Aqui, a rivalidade vai até o R. É uma outra situação, mas no Sul ou tu é gremista ou tu é colorado. Só uma torcida realmente ama seu time diferentemente de Grêmio ou Internacional: é o Brasil de Pelotas. Joguei muito tempo no Caxias, a maioria torce pelo Grêmio ou pelo Inter, do Juventude também. Foi essa a minha ideia, até para que eu continue tendo o respeito dos gremistas e dos colorados. Coloquei do meu coração para fora para que não ficasse dúvida o porquê de eu não voltar.

Confusões extracampo (como o caso Bruno)
Olha, tenho visto isso como um aviso para todos os jogadores do Brasil e para todas as pessoas no Brasil. Não existe impunidade. Quando der para a gente ser correto, trabalhar dentro daquilo estabelecido pelas leis do País, tem que seguir. Não existe mais impunidade. Na área do futebol, é preciso que os jogadores sentem, pensem, examinem onde é que podem atirar uma carreira fora e porque, se vale a pena. É um exemplo que todos os jogadores deveriam olhar e raciocinar muito bem em suas vidas. Tem que pensar um pouco mais.

Belluzo, sonho de consumo?
Detesto essa expressão sonho de consumo. Ele é uma unanimidade, não um sonho de consumo. É diferente. Isso, em primeiro lugar. O Felipão não é o camisa 10, é uma personagem do futebol brasileiro. Estamos trazendo de volta alguém que tem tradição, trabalho no futebol. Nós o trouxemos quase como uma recuperação da nossa identidade, por um lado, que nos últimos anos ficou um pouco esmaecida, e ao mesmo tempo como um presente para a torcida brasileira.

Fonte: Redação Terra
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