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Brasileiro Série A

Campeão em 1984, massagista espera bi pelo Fluminense

5 dez 2010 - 08h32
(atualizado às 10h37)
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Já são 34 anos de serviços prestados ao Fluminense, mas o coração tricolor continua a bater como o de um iniciante. Sandoval Neto, o popular Seu Riva, é o único - ao lado do roupeiro Aloísio - que pode dizer que está próximo de ser bicampeão. Afinal, apenas os dois, do atual grupo do futebol do clube, já eram funcionários em 84.

Massagista dos bons, ele não esconde a expectativa para o jogo. "Vou ficar muito feliz, pois ficarei marcado. Tenho um casal de netos agora e, mais tarde, eles vão me ver na foto. Vou poder mostrar e ter uma alegria para contar", disse.

Em suas andanças, já chegou a trabalhar no Catar, nos Emirados Árabes e no Bragantino de Vanderlei Luxemburgo; porém, a paixão pelo Fluminense nunca diminuiu e, vez por outra, lá estava ele de volta às Laranjeiras.

Querido por todos no clube, ele é o principal alvo das gozações dos jogadores. Porém, o bom humor e a alegria no trabalho nunca ficam de lado. O segredo de tudo isso tem nome e sobrenome: Piedade da Conceição Morais, sua mulher há 33 anos.

"Se eu não tivesse uma esposa como a que eu tenho, não teria esse equilíbrio todo. O que eu tenho de mais importante é minha família", diz.

A maioria dos funcionários do Fluminense não tem dúvidas para explicar o motivo pelo qual Sandoval Neto tem o apelido de Riva. O argumento é óbvio: quando era mais novo, o massagista se parecia muito com o ex-jogador que foi ídolo dos tricolores, principalmente pelo bigode. Porém, o folclórico Riva tem outra história para contar. No mínimo duvidosa.

"Primeiro que não sou eu que pareço com o Rivellino, ele que parece comigo, porque nasci antes dele. Mas a verdade é que eu já era chamado de Riva desde antes de chegar ao Fluminense. Eu jogava umas peladas na Praia de Copacabana e tinha um chute de trivela mortal. Por conta disso, começaram a me comparar com o Rivellino e daí veio o apelido", conta, arrancando um ar duvidoso das pessoas que à sua volta.

Verdades ou lendas à parte, Riva lembra com saudades dos tempos de convivência com os campeões brasileiros de 1984. "Eles eram muito aplicados. O Romerito era mais meu chegado. Já Assis, Washington e Delei sempre me zoavam, mas eu sempre levava tudo numa boa", garante.

Foto: Gazeta Press
Fonte: Lancepress!
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