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Ainda sob risco de servir exército sul-coreano, Son renova com Tottenham até 2023

Atacante jogará apenas a estreia do Campeonato Inglês antes de se juntar à seleção para torneio que pode garantir dispensa

20 jul 2018
13h47
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O Tottenham anunciou nesta sexta-feira que renovou o contrato do atacante Son Heung-min até junho de 2023. Aos 26 anos, o sul-coreano já marcou 47 gols em 147 jogos desde que foi contratado pelo clube inglês, em agosto de 2015, pela quantia paga de 25 milhões de euros (cerca de R$ 99 milhões na cotação da época) ao Bayer Leverkusen.

Ainda em julho, Son vai viajar com o elenco do Tottenham para os Estados Unidos para a disputa da International Champions Cup, torneio amistoso de pré-temporada para equipes europeias. Os adversários serão a Roma, no dia 25, o Barcelona, no dia 28, e o Milan, no dia 31.

Son estará disponível para a estreia do Tottenham na próxima edição do Campeonato Inglês, contra o Newcastle, no dia 11 de agosto. Em seguida, o sul-coreano vai viajar para Jacarta, capital da Indonésia, para representar o país dele nos Jogos Asiáticos de 2018, entre 14 de agosto e 1° de setembro.

A competição tem um valor maior para Son porque será a última chance de ele conseguir a liberação do cumprimento do serviço militar para sul-coreanos, por um período de dois anos para homens de até 27 anos. O atacante vai se livrar da obrigação se conquistar o título no torneio entre seleções.

Se a Coreia do Sul tivesse conquistado uma vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo, disputada na Rússia entre 14 de junho e o último dia 15, Son teria sido liberado do serviço militar, mas a seleção da Coreia do Sul foi eliminada na primeira fase. O atacante fez dois gols na competição, na derrota por 2 a 1 para o México e na vitória por 2 a 0 sobre a Alemanha.

Também nesta sexta-feira, o Tottenham anunciou a renovação de contrato do argentino Erik Lamela até junho de 2022. O atacante é um dos jogadores que há mais tempo defendem o clube inglês no atual elenco, desde agosto de 2013, quando foi contratado por 30 milhões de euros (cerca de R$ 94 milhões na cotação da época), pagos à Roma.

Estadão
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