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Funeral de Mazzola em Milão terá acesso restrito e veto a imagens

Ídolo da Inter de Milão morreu aos 83 anos no último dia 18 de setembro

20 set 2026 - 10h43
(atualizado às 11h45)
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Resumo
Milão se despede de Sandro Mazzola, lenda da Inter de Milão e da seleção italiana, falecido aos 83 anos. O funeral do ex-atacante acontece nesta segunda-feira na Basílica de Sant'Ambrogio, sob luto oficial na cidade, mas terá público restrito e veto total a imagens a pedido da família. Multicampeão pelo clube e vencedor da Eurocopa em 1968 pela Azzurra, Mazzola recebeu tributos de autoridades e do mundo do futebol pelo seu legado histórico no esporte.

A cidade de Milão, no norte da Itália, se prepara para prestar a última homenagem a Sandro Mazzola, lenda da Inter e da seleção italiana que faleceu no último dia 18 de setembro, aos 83 anos, em uma cerimônia cuja transmissão de imagens será proibida.

Inter voltou a homenagear ídolo nerazzurro
Inter voltou a homenagear ídolo nerazzurro
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O funeral do ex-jogador será realizado na tarde desta segunda-feira (21), na Basílica de Sant'Ambrogio, mesma igreja onde foi realizada, em 4 de agosto, a despedida de Franco Baresi.

Em homenagem a Mazzola, as bandeiras estarão a meio mastro e foi decretado um dia de luto oficial em Milão e em Vedano al Lambro, cidade onde ele residia.

Por solicitação da família, não será permitida a entrada de câmeras de televisão, equipamentos fotográficos ou dispositivos destinados à captação de imagens dentro da basílica. A restrição também se aplica a fotografias e vídeos feitos com smartphones.

A capacidade de público no interior da igreja será limitada, com grande parte dos assentos previamente reservada. Por isso, a chegada antecipada não garantirá acesso à cerimônia. Uma área específica será destinada à imprensa no lado externo da basílica.

Ídolo da Inter, Mazzola atuou na equipe de Milão por 17 temporadas e conquistou quatro Scudetti, duas Copas dos Campeões e duas Copas Intercontinentais. Além disso, foi artilheiro da Série A em 1965, com 17 gols, e da Copa dos Campeões em 1964, com sete.

Em 1971, ficou em segundo lugar na votação da Bola de Ouro, atrás apenas de Johan Cruyff. Pela seleção italiana, disputou três Copas do Mundo e foi um dos destaques da campanha do vice-campeonato em 1970, no México, além de conquistar a Eurocopa em 1968.

A morte de Mazzola foi lamentada por diversos políticos, incluindo a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, e pelo mundo do futebol.

Hoje, inclusive, a Inter voltou a homenagear o ex-atacante em uma nota de pesar, na qual destacou o legado de Mazzola e afirmou que uma lenda permanece viva na história e nas cores que amou durante toda a vida.

O clube descreveu Mazzola como protagonista de uma trajetória extraordinária inteiramente ligada à Inter e ressaltou seu exemplo de lealdade e amor ao clube. Além disso, enviou um abraço à família do ex-jogador.

O Milan, tradicional rival da Inter, também manifestou pesar pela morte de Mazzola, classificando-o como uma "figura fundamental da história do futebol italiano". 

Ansa - Brasil
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