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Zico confia na recuperação de Gabigol no Flamengo: 'Não é jogador para ficar no banco'

Ídolo acredita que camisa 10 dará a volta por cima, mas crê em disputa por posição com Pedro, que tem média de um gol por jogo em 2024

1 mar 2024 - 16h17
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Foto: Paula Reis/Flamengo - Legenda: Zico também participou de uma palestra para equipes do feminino e da base do Flamengo / Jogada10

Depois de sua pior temporada pelo Flamengo, Gabigol tenta dar a volta por cima e reencontrar o bom futebol. Em entrevista ao canal do narrador João Guilherme, Zico, maior ídolo da história do clube carioca, acredita que o camisa 10 voltou diferente para a nova temporada. Nesse sentido, o ex-jogador salientou que o time não se preparou de forma adequada para última temporada, o que refletiu nos atletas.

"Eu acho que o Gabigol voltou para esse ano diferente. Mais bem preparado do que no ano passado. Depois da segunda Libertadores, o pessoal deu uma relaxada. (…) Eu lembro de uma entrevista do Gabigol depois da conquista (de 2022), ele virou e falou: "Eu prometi ao Braz que ia dar mais uma Libertadores para ele e depois entrar de férias". Logo depois do jogo. E foi o que aconteceu. (…) Aí o pessoal diz lá que, pô, foram 40 dias de férias. Para voltar em competições já importantes. (…) O Flamengo, aliás, não se preparou adequadamente, e isso refletiu nos jogadores e em cima dele", afirmou.

Disputa por posição

Apesar de acreditar no retorno de Gabigol, Zico acredita que o ídolo desta geração terá de brigar posição com Pedro para voltar a ser titular. Nesse sentido, o camisa 9 é o o artilheiro do clube desde 2022 (ano em que dividiu o posto com Gabriel) e tem média de um gol por jogo em 2024.

"Você vê que Dorival Júnior usou bem o Pedro e Gabigol. A dupla funcionou, e funcionou bem. (…) O Tite tem a situação de um aberto de cada lado, e um "centroavantão" ali. Vão disputar posição. Uma coisa é jogar aberto para você fechar. Quando Gabigol caía pela direita, o Bruno Henrique entrava de centroavante. Assim, quando Bruno Henrique ia para esquerda, o Gabigol entrava ali, com o Jesus", explicou.

"Com o Pedro foi a mesma coisa. Você vê que o Pedro, com o Dorival, quando o time perdia a bola, o Gabigol vinha para o meio, e ele (Pedro) abria na esquerda. Para marcar e ter o João Gomes pelo meio com o Arrascaeta. Com Tite, aliás, não é diferente. Gabigol não vai conseguir ficar jogando como joga o Luiz Araújo pela ponta. Vai ter que disputar no meio, hoje é a opção do Pedro. Se ele se preparar bem, como está, para o momento que tiver oportunidade… A briga é boa. Mas não é um jogador realmente para ficar no banco de reserva", completou.

"Não acredito (que a camisa 10 atrapalhou). Acho que foram as situações que ocasionaram isso, e não pessoalmente a parte dele. Acho, aliás, que não tem nada a ver, nem ele quis jogar dessa maneira (como um meia)", concluiu.

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