Em audiência, Grêmio pede "tempo para se adaptar" ao fim das bets no Brasil
O Grêmio esteve presente em audiência pública, no Supremo Tribunal Federal (STF), que debateu o fim das bets no Brasil. Eduardo Schumacher, vice-presidente do Conselho de Administração, representou o clube gaúcho. Em sua fala, o dirigente não negou que as casas de apostas podem ser um problema de saúde pública. "O Grêmio não nega danos […]
Em audiência pública no STF sobre o fim das casas de apostas no Brasil, o Grêmio, representado por Eduardo Schumacher, pediu um período de transição para que os clubes de futebol se adaptem à saída das empresas. Sem contestar os impactos na saúde pública ou defender o setor, o dirigente solicitou tempo hábil para evitar prejuízos abruptos aos clubes antes da retirada definitiva. A decisão sobre o futuro das bets no país será julgada no plenário da Corte.
O Grêmio esteve presente em audiência pública, no Supremo Tribunal Federal (STF), que debateu o fim das bets no Brasil. Eduardo Schumacher, vice-presidente do Conselho de Administração, representou o clube gaúcho.
Em sua fala, o dirigente não negou que as casas de apostas podem ser um problema de saúde pública.
"O Grêmio não nega danos ou defende as casas de aposta. Viemos trazer a pergunta, com todo respeito, que a medida provisória 1.394/2026 não respondeu. A de como fazer a saída. Isso importa.", disse.
Schumacher, porém, pediu um tempo de adaptação.
"O futebol brasileiro não pede para ficar acima da saúde pública. Pede apenas o que todos os países que enfrentaram o problema concederam aos clubes: tempo para se adaptar. O destino pode ser o mesmo, só pedimos que a estrada não termine em um precipício.", declarou ele.
Após o debate, a decisão sobre o futuro das bets no Brasil será levada ao plenário do STF.
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