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Média de jogos dos técnicos na era SAF do Cruzeiro assusta e vira alerta

Trocas constantes de treinadores lembram o clube em seus tempos de associação

10 abr 2024 - 05h18
(atualizado às 16h21)
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Ronaldo teve poucos encontros com Larcamón
Ronaldo teve poucos encontros com Larcamón
Foto: Fábio Figueiredo/Cruzeiro / Esporte News Mundo

A diretoria do Cruzeiro voltou ao mercado em busca de um novo treinador após a demissão de Nicolás Larcamón. Fernando Seabra já está encaminhado com a equipe celeste e será o sexto nome a comandar o clube na era SAF de Ronaldo Fenômeno.

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Em pouco mais de dois anos de SAF, Fernando Seabra será o sexto treinador que vai comandar a equipe do Cruzeiro. Durante este tempo, o clube teve técnicos de diferentes estilo, o que dificulta a absorção dos atletas em conseguir manter um pensamento de jogo a cada temporada.

Técnicos na Era Saf de Ronaldo Fenômeno

  • Paulo Pezzolano: 68 partidas - 38 vitórias, 13 empates e 17 derrotas
  • Pepa: 26 jogos - 8 vitórias, 8 empates e 10 derrotas
  • Zé Ricardo: 10 jogos - 3 vitórias, 2 empates e 5 derrotas
  • Autuori e Seabra: 6 jogos - 2 vitórias e 4 empates
  • Nicolás Larcamón: 14 partidas - 7 vitórias, 4 empates e 3 derrotas

Neste período, a média de jogos que os técnicos resistem ao Cruzeiro é de 24 jogos. Contudo, os últimos três comandantes não completaram nem 20 partidas. Vale pontuar que a dupla Autuori e Seabra entrou como interino, porque o Campeonato Brasileiro perto do término. Os dois conseguiram o objetivo de salvar a Raposa do rebaixamento em 2023.

Zé Ricardo foi uma alternativa mais conhecida. Apesar de uma estreia arrasadora contra o Santos na Vila Belmiro, não teve tempo para solidificar seu trabalho. Mais recente, Larcamón também não teve sequência e saiu com 14 jogos, porém foi eliminado na Copa do Brasil logo na primeira fase e vice para o rival com um Mineirão somente com a torcida cruzeirense. Essas duas pesaram para sua demissão.

Os portugueses foram os que elevaram essa média. Pepa ficou 26 partidas, enquanto Pezzolano foi o mais duradouro: 68 partidas. Contudo, ambos saíram por atritos. O primeiro enfrentou algumas divergências com dirigentes e jogadores. O treinador teve resistência, por exemplo, à contratação e utilização de Lucas Silva. O segundo também teve embate com relação às mudanças na escalação, jogadores escalados fora de posição e questão de relacionamento pesaram na decisão de o treinador pedir para deixar o clube.

Agora, Fernando Seabra tem a missão de tentar mudar este quadro na equipe mineira. Ele já chega com grande reponsabilidade de estrear pela Sul-Americana já nesta quinta-feira contra o Alianza FC, no Mineirão.

Esporte News Mundo
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