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Julgamento de caso Leila Pereira x Dudu ganha data e entra em fase decisiva

Justiça de São Paulo agenda julgamento de queixa-crime envolvendo declarações públicas da dirigente após ida do atacante ao Cruzeiro

27 mar 2026 - 13h36
(atualizado às 13h36)
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Foto: Cesar Greco/Palmeiras - Legenda: Justiça marca julgamento do caso movido por Dudu contra Leila Pereira, do Palmeiras / Jogada10

A presidente Leila Pereira e o jogador Dudu se aproximam de um ponto decisivo em uma das disputas judiciais que se arrastam desde o fim do vínculo do atacante com o Palmeiras. Isso porque a Justiça de São Paulo agendou para 16 de abril, às 13h30, o julgamento da queixa-crime apresentada pelo atleta contra a mandatária alviverde, em 2024.

O processo nasceu a partir de declarações públicas feitas pela dirigente em dois momentos distintos. A primeira, quando o jogador acertou o retorno ao Cruzeiro, em 12 de dezembro de 2024. A segunda, por sua vez, logo após a oficialização de sua saída do Palmeiras, em janeiro de 2025.

Os representantes do atleta sustentam que as falas tiveram a intenção de "abalar a reputação" e "manchar a imagem" do atacante. A partir dessa ideia, a defesa apresentou a queixa-crime.

Declarações contestadas

O jogador aponta entrevistas concedidas nos dias 13 e 17 de janeiro como base da acusação. Nessas ocasiões, a presidente afirmou que ele causou "prejuízo milionário" ao clube e deixou a equipe pela "porta dos fundos". Essas declarações se tornaram o eixo central da disputa levada ao Judiciário.

Dudu pediu que ela fosse punida nos artigos 139 e 140 do Código Penal Brasileiro baseado na ofensa à honra.

Leila Pereira vence em primeira instância

Ao analisar o caso, o Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou, em primeira instância, o pedido do atacante. A decisão considerou que a dirigente exerceu o direito à liberdade de expressão e afastou a existência de crime contra a honra. No mês passado, o Ministério Público de São Paulo reforçou esse entendimento.

Em manifestação enviada ao tribunal, a procuradora Tereza Exner se posicionou contra o recurso apresentado pelo jogador. O órgão entende que a dirigente limitou suas críticas a uma comparação entre o comportamento do atacante e o de outro atleta do elenco. Nesta linha, Leila adotou critérios pessoais para concluir que o colega demonstrava maior disciplina.

"Crítica forte, veemente e ácida, com certeza. Mas não se infere ofensa", descreveu a promotora.

Outras frentes na Justiça

O conflito entre as partes, porém, não se restringe a esse processo. Isso porque a presidente alviverde também move uma ação contra o jogador, com pedido de indenização por danos morais no valor de R$ 500 mil.

O atacante, por sua vez, apresentou solicitação no mesmo montante, mantendo aberta mais uma disputa judicial entre ambos.

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Jogada10
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