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Técnico da Croácia minimiza cansaço e projeta jogo com Argentina: "A pressão está do lado deles"

12 dez 2022 - 11h22
(atualizado às 17h13)
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Às vésperas da primeira semifinal da Copa do Mundo do Catar, o técnico da Croácia, Zlatko Dalic, projetou o confronto diante da Argentina. Segundo o comandante, a pressão está toda do lado argentino, principalmente por ter a estrela de Messi no elenco.

"Estamos entre as quatro seleções do mundo. É muito importante termos chegado aqui duas vezes consecutivas. Agora queremos mais. Estamos jogando contra a grande Argentina comandada por Messi e eles estão sob mais pressão do que a Croácia neste momento. Nós analisamos eles, sabemos como jogam. Como sempre, sou otimista. Os jogadores mostraram caráter, não vamos nos adaptar muito ao adversário. Conhecemos o lado deles, mas jogaremos do nosso jeito", iniciou Dalic em entrevista coletiva desta segunda-feira.

A Croácia avançou no Mundial ao despachar o Brasil na última sexta-feira, nos pênaltis. Na edição passada, a equipe chegou à final, mas ficou com o vice-campeonato ao perder para a França por 4 a 2.

A seleção croata irá enfrentar a Argentina nesta terça-feira, às 16 horas (de Brasília), no Estádio Lusail. Apesar do cansaço de vir de duas prorrogações e disputa de penalidades máximas (uma com o Brasil e outra com o Japão), Zlatko Dalic impôs foco ao time e disse que nem se pode pensar em cansaço.

"Nós nos desgastamos muito. Fizemos dois jogos na prorrogação. Não estamos falando sobre se temos força e energia. Isso não está em dúvida. Estamos nas semifinais da Copa do Mundo. Sabemos quanto temos para gastar e estamos preparados para isso. Todos estão em forma e saudáveis", explicou.

"Para mim o maior jogo até agora é o da Inglaterra (na semifinal da Copa de 2018), e depois esse do Brasil. No entanto, este amanhã pode se tornar o maior. Seria algo fantástico. Se vencermos, será o maior jogo da história para mim", completou.

Já pensando em uma possível vaga na decisão da Copa do Catar, Dalic reforçou que todas as seleções têm o direito de sonhar e merecem respeito. Para exemplificar, o treinador citou Marrocos, que chegou à semifinal pela primeira vez e está a um passo de reescrever a história.

"Todo mundo tem direito a sonhar. Acho que há quatro anos demos a todos o direito de sonhar. Incentivamos os outros com nosso exemplo de que até mesmo seleções nacionais pequenas podem fazer alguma coisa. Um exemplo é agora o Marrocos. Eles têm o direito de ter esperança. A Croácia também", finalizou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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