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Coritiba notifica FPF após ataque de torcida da Portuguesa no Canindé

9 nov 2013 - 22h21
(atualizado às 22h26)
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O Coritiba registrou queixa referente às agressões sofridas por parte de seus empregados antes do jogo deste sábado contra a Portuguesa, no Estádio do Canindé, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. A informação foi divulgada por funcionários do próprio clube, que empatou por 0 a 0 com a equipe paulistana no jogo em São Paulo.

Segundo informações de Paulo Thomaz de Aquino, vice-presidente de futebol do Coritiba, o ônibus com funcionários da logística da equipe chegou ao Estádio do Canindé por volta das 15h30 com parte dos equipamentos da delegação, como uniformes, coletes e bolas. No entanto, o veículo encontrou os portões fechados, e acabou cercado por torcedores da Portuguesa. Segundo informações colhidas no estádio, os torcedores seriam integrantes da principal organizada do clube rubro-verde.

Acuado, o ônibus do Coritiba engatou marcha ré e buscou outro portão no estádio, mas os torcedores correram por dentro das dependências do clube e alcançaram a delegação. Ali, os funcionários do time paranaense foram agredidos – segundo Paulo Thomaz de Aquino, sofreram escoriações e queimaduras de cigarros.

“O pessoal da Portuguesa veio até nós e pediu desculpas. Sempre somos muito bem recebidos no Canindé”, lamentou Thomaz de Aquino, confirmando a queixa oficial. “Fizemos uma notificação junto à Federação Paulista de Futebol”, comunicou. O dirigente não citou o registro de um boletim de ocorrência, mas informações obtidas pelo Terra dão conta de um BO feito junto aos policiais do local.

Os cerca de mil torcedores do Coritiba que compareceram ao jogo também se envolveram em problemas ao menos em dois momentos. Antes do jogo, seis torcedores foram detidos por problemas com a polícia; depois, no intervalo, o grupo no setor de visitantes iniciou cânticos em direção à torcida rival, como provocação, e acabou entrando em confronto com a Polícia Militar, que barrou um grupo que tentava forçar um portão que separava entre as torcidas.

O vice do clube paranaense, no entanto, evitou comentar a briga no intervalo. “Houve uma situação com a polícia na divisão do próprio estádio. Não presenciei, porque estava dentro do vestiário. Mas acho que não havia gente suficiente para uma briga como a que houve”, analisou.

Fonte: Terra
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