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Mulher apontada como 'laranja' em intermediação de patrocínio pode processar o Corinthians

Advogados de Edna Oliveira dos Santos garantem que a mulher pode processar o clube por danos morais

11 jun 2024 - 16h54
(atualizado às 18h27)
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Foto: Jozzu/Agência Corinthians - Legenda: Augusto Melo, presidente do Corinthians / Jogada10

Edna Oliveira dos Santos, citada como "laranja" em intermediação em contrato entre VaideBet e Corinthians, pode processar o clube por danos morais. Os advogados Walkir Patucci Neto e William R. Marroco, que defendem a mulher na Justiça, confirmaram a hipótese.

"Agora é acreditar no trabalho da Polícia, pois o doutor Thiago está fazendo um trabalho incrível, com as ferramentas que lhe são disponibilizadas, e concomitantemente com a ação criminal, que será levada a efeito pelo Ministério Público, também haverá uma ação cível, não só em relação a intermediário, mas também em relação ao Corinthians", explicou Walkir Patucci.

"Eles têm a possibilidade de entrar em contato e a gente conversar, mas inicialmente, para partir, eventualmente, de um consenso, de um acordo, isso vai depender da dona Edna. A priori, é a ação civil", comentou Willian Marroco.

Entenda o caso

A novela entre VaideBet e Corinthians começou quando o jornalista Juca Kfouri revelou que o clube paulista repassou mais de R$ 1 milhão de comissão à empresa Rede Social Media Design LTDA. Por sua vez, a intermediária da negociação entre as partes depositou o valor na conta da companhia Neoway Soluções Integradas LTDA. Essa, que tem como sócia Edna Oliveira dos Santos, desconhece qualquer depósito.

Edna, no entanto, nem sabia da existência da Neoway Soluções Integradas LTDA, muito menos que a mesma estava em seu nome. Ela, aliás, já foi ouvida sobre o caso (primeira testemunha). Prestou depoimento ao delegado Tiago Fernando Correia, no 1º Departamento Policial da cidade.

Com esse imbróglio, a VaideBet rescindiu o seu contrato com o Corinthians. A casa de apostas acionou uma cláusula anticorrupção e optou pelo rompimento do vínculo. A decisão aconteceu depois do início das investigações da Polícia Civil.

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