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Mário Gobbi fala dos seus planos para o Corinthians

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Dassler Marques

Na quinta-feira (dia 9), Mário Gobbi concedeu uma entrevista ao Terra e falou de seus planos como candidato à presidência do Corinthians. Ex-vice-presidente de futebol, o candidato de situação disputa o cargo de sucessor de Andrés Sanchez com o oposicionista Paulo Garcia.

Veja a entrevista na íntegra:

Gobbi exibe crachá de candidato. Ele passou três anos no cargo de diretor de futebol durante a gestão de Andrés
Gobbi exibe crachá de candidato. Ele passou três anos no cargo de diretor de futebol durante a gestão de Andrés
Foto: Edson Lopes Jr. / Terra

Terra - Qual o projeto para o crescimento das categorias de base?

Mário Gobbi - A base do Corinthians teve interrompido o seu trabalho na medida em que o Centro de Treinamento foi desalojado. Uma parte para Guarulhos e outra para o Parque São Jorge. Em que pese todos os contratempos, a diretoria de base do Corinthians foi trocada nos últimos 12 meses e assumiu o Fernando Alba, que implantou um trabalho novo e uma mentalidade nova de formar jogadores.

Estamos com um serviço de terraplenagem pronto para o CT da base exatamente ao lado do CT dos profissionais. A primeira coisa é erguer o CT para dar as condições para o trabalho ser feito em conjunto. O Corinthians vai priorizar a formação e contratar jogador para a base somente em casos muito excepcionais, quando há notável e comprovada capacidade do atleta. Queremos formar e revelar.

Terra - Existe algum projeto para democratizar o clube, como por exemplo, dar direito a voto para os membros do 'Fiel Torcedor', ou alguma outra mudança de estatuto que o senhor pretenda sugerir?

Mário Gobbi - Existem dois pontos que o estatuto deve ser revisto. O primeiro diz respeito à data das eleições e entendemos que deve ser no início de dezembro. Entendemos também que a eleição para membros do Conselho deve ser feita no sistema proporcional.

Nós pretendemos expandir o Fiel Torcedor cada vez mais. Sobre o voto em presidente, é um assunto extremamente delicado a ser tratado no Corinthians. Iniciamos até um projeto embrionário para isso só que tem muita resistência, então precisa ser mais trabalhado, articulado e ver bem as regras de como seria feito isso.

Terra - O que o senhor tem que o outro candidato rival não tem?

Mário Gobbi - Não me comparo ao meu colega como a ninguém. Cada um foi feito por Deus de uma forma e tem suas qualidades, virtudes e defeitos. Quem tem que analisar cada um e votar é o eleitor.

Terra - Em 2011, o Corinthians manteve uma lógica recente e só ficou com 26% da venda dos direitos econômicos de seus jogadores. Há algum plano de aumentar a participação do clube no elenco?

Mário Gobbi - Foram casos pontuais na contratação desses atletas por ausência de receita e você faz uma parceria de risco com uma empresa. Isso não é uma regra, é exceção. Queremos que seja dono de 100% dos jogadores e vamos lutar por esse patamar.

Terra - Paulo Garcia fez críticas de que o senhor fugia do debate. O que tem a dizer?

Mário Gobbi - Não estou fugindo de debate. Se tiver a oportunidade, digo que é uma honra debater e falar do Corinthians com o colega Paulo Garcia. A campanha tinha um cronograma que os coordenadores fizeram e os últimos 10 dias estão sendo dedicados à parte de imprensa. Tudo tem momento e hora, e a nossa coordenação de campanha sabe como deve ser e não é como os outros acham que deve seguir. Cada um comanda a sua. Não cabe achar que fala muito, pouco ou não fala. O Corinthians não pode ser matéria na imprensa por um mês de troca de feridas, de problemas, lavando roupa suja.

Terra - O candidato da oposição questionou se o senhor, que é delegado, teria tempo suficiente para presidir o Corinthians. Como pretende conciliar as funções?

Mário Gobbi - Quero dizer que sou delegado de polícia com muita honra e orgulho. Prestei concurso entre 5 mil pessoas e passei em 13º lugar. Tenho de serviço, entre delegado e iniciativa privada, 34 anos de 51 de idade. Tenho licenças prêmio e férias, todas autorizadas para gozar até maio de 2013. Essas licenças e essas férias são todas remuneradas como se eu estivesse trabalhando. Isso não é um favor do estado para mim, nem benefício, é direito adquirido. Em maio de 2013, vou pensar o que fazer. Tenho alternativas a seguir. Posso ter mais licenças, me aposentar, lá na frente vou ver.

Fonte: Terra
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