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Mano poupa Elias por cansaço e Gil por ser mais pesado

16 out 2014 - 02h41
(atualizado às 11h16)
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Gil, Elias e Diego Tardelli, que estavam a serviço da Seleção Brasileira em Cingapura, chegaram a Guarulhos no mesmo voo, na tarde de quarta-feira. Eles partiram a Belo Horizonte para as quartas de final da Copa do Brasil, mas só o jogador do Atlético-MG foi titular. Os atletas do Corinthians começaram a partida no banco.

Tardelli, que havia participado da vitória por 4 a 0 do Brasil sobre o Japão até os 19 minutos do segundo tempo, colocou-se à disposição e foi escalado. O atacante esteve em campo até os 28 minutos do segundo tempo, com bom desempenho na histórica goleada atleticana por 4 a 1.

Mano defende Gil e Elias: "não estavam em condições":

Gil, que defendeu a Seleção durante todo o triunfo sobre os japoneses, permaneceu sentado no banco de reservas do Mineirão. Elias, que estivera em campo até os 30 do segundo tempo contra o Japão, na terça, foi acionado por Mano Menezes aos 35 da etapa final em Minas. Aos 42, o Corinthians sofreu o gol da eliminação.

"São situações diferentes para cada atleta. O Tardelli saiu aos 20 minutos lá e, como atacante, pode dosar mais. É um jogador leve, com um físico mais leve. Transporta menos, desgasta menos. Provavelmente, teve uma viagem mais tranquila do que o Elias, que não conseguiu dormir", afirmou Mano.

"O Gil é um jogador muito mais pesado, um zagueiro. Conversamos e combinamos que, se houvesse necessidade na segunda parte, usaríamos os atletas. Como fizemos com o Elias. Não foi por isso que deixamos escapar a vaga. Deixamos escapar como equipe, perdemos como equipe. Não perdemos individualmente", acrescentou.

Sem Gil, a dupla de zaga formada por Felipe e Anderson Martins teve um desempenho muito ruim. O meio-campo, que tinha Guilherme Andrade escalado por causa da ausência de Elias, foi onde o Atlético-MG fez a festa para obter justamente o placar de que necessitava para avançar às semifinais.

Ainda assim, Mano Menezes preferiu não colocar em xeque a própria decisão de não utilizar seus atletas da Seleção Brasileira. "Nós tivemos a conversa com jogadores. A decisão que tivemos foi a partir da conversa com eles. A diretoria fez um esforço para trazê-los, mas já tínhamos falado que essa conversa seria necessária."

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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