Dimas Filgueiras surpreende diretoria do Ceará e pede demissão
16 fev2012 - 15h14
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A diretoria e a torcida do Ceará receberam uma notícia inesperada nesta quinta feira. O técnico Dilmas Figueira pediu demissão à diretoria na manhã desta quinta-feira, alegando "motivos de ordem pessoal", segundo o site oficial do time alvinegro.
Dilmas, entretanto, não vai se desligar do clube. Ele deixa o comando técnico do elenco principal para se juntar a Edmundo Silveira na coordenação das categorias de base do Ceará.
O pedido de demissão pegou a torcida alvinegra de surpresa. O técnico, inclusive, esteve no banco de reservas nessa quarta-feira, na vitória do Ceará sobre o Itapipoca, por 3 a 0, pelo Campeonato Cearense. Atualmente, a equipe e a vice-líder do torneio, dois pontos atrás do arquirrival Fortaleza.
Em diversas passagens como técnico do Ceará, Dilmas dirigiu a equipe 504 vezes. A marca história de 500 jogos foi atingida no último dia 1º de fevereiro.
Milhares de egípcios, em sua maioria torcedores do time de futebol Al Ahly, foram às ruas do Cairo nesta quarta-feira para pedir justiça pelo massacre ocorrido há duas semanas no estádio da cidade de Port Said
Milhares de egípcios, em sua maioria torcedores do time de futebol Al Ahly, foram às ruas do Cairo nesta quarta-feira para pedir justiça pelo massacre ocorrido há duas semanas no estádio da cidade de Port Said
Foto: Reuters
Os manifestantes se concentraram na sede do clube, situada no bairro de Zamalek, e depois seguiram rumo a Corte Suprema de Justiça, no centro da capital egípcia
Foto: Reuters
A passeata ocorreu sem incidentes graves, mas em um ambiente tenso pelas acusações de que as forças de segurança egípcias provocaram o massacre, que deixou mais de 70 mortos
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
Torcedores radicais do Al Ahly entoaram cânticos como "Justiça para os culpados do massacre de Port Said" e "Nós morreremos ou conseguiremos justiça para os mártires de Port Said" em frente à sede da Corte Suprema, e lançaram alguns foguetes
Foto: Reuters
O objetivo desta nova manifestação foi exigir que sejam investigadas as responsabilidades do episódio, o mais grave da história do futebol egípcio
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
Palavras de ordem contra a polícia e a junta militar que governa o país voltaram a ser a tônica do protesto, no qual os participantes exibiram bandeiras do Al Ahly, disseram testemunhas