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Caso Piffero: justiça condena ex-vice-presidente jurídico do Inter, Marcelo Castro, e mais seis, inclusive ex-jogador, envolvidos em esquema de fraude

As penas aplicadas pela Justiça variam de seis a 14 anos de prisão, conforme o grau de participação no esquema

5 mar 2026 - 20h12
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A Justiça do Rio Grande do Sul condenou sete pessoas por participação em um esquema de fraudes, lavagem de dinheiro e tentativa de atrapalhar investigações que causou prejuízo superior a R$ 260 mil ao Sport Club Internacional. A sentença foi proferida nesta quinta-feira pela 2ª Vara Estadual de Processo e Julgamento dos Crimes de Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro de Porto Alegre.

Foto: Reprodução/Rede Social / Porto Alegre 24 horas

Entre os condenados estão o ex-vice-presidente jurídico do clube, Marcelo Freitas e Castro, e o ex-atacante Christian Correa Dionísio, que teve duas passagens pelo Inter. As penas aplicadas pela Justiça variam de seis a 14 anos de prisão, conforme o grau de participação no esquema.

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, o grupo teria atuado entre 2015 e 2016, utilizando acordos trabalhistas e contratos de prestação de serviços com cláusulas fraudulentas para desviar recursos do clube.

Segundo a investigação, em um dos casos a inclusão de uma cláusula irregular em um acordo trabalhista resultou no desvio de R$ 138 mil. Em outro episódio, um acerto com um ex-jogador gerou prejuízo de R$ 70 mil. Já em um contrato de serviços advocatícios, parte dos honorários teria sido desviada por meio de um acordo ilícito, causando dano de R$ 52 mil aos cofres do Inter.

A decisão judicial também aponta que, após os desvios, os valores foram ocultados por meio de repasses para empresas e contas de terceiros, caracterizando o crime de lavagem de dinheiro.

A Justiça ainda reconheceu que houve tentativa de dificultar as investigações, com orientação de depoimentos e produção de documento falso para atrapalhar o trabalho do Ministério Público.

O ex-vice-presidente jurídico Marcelo Freitas e Castro recebeu a pena mais severa: 14 anos de prisão em regime fechado. Já o ex-jogador Christian foi condenado a seis anos de reclusão em regime semiaberto.

Além das penas de prisão, a sentença determina que os condenados restituam ao Internacional os R$ 260 mil desviados, com correção monetária e juros.

A defesa de Christian informou, por meio de nota, que discorda da decisão e irá recorrer, reafirmando a inocência do ex-atleta.

Porto Alegre 24 horas
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