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Entenda a polêmica do "Brasa" no novo uniforme da Seleção

Expressão adotada pela Nike para a Copa de 2026 gera críticas nas redes sociais e levanta debate sobre a descaracterização do símbolo

24 mar 2026 - 23h03
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Vini Jr, Lucas Paquetá e Estêvão foram os modelos da nova camisa da Seleção – Fotos: Divulgação/Nike/CBF
Vini Jr, Lucas Paquetá e Estêvão foram os modelos da nova camisa da Seleção – Fotos: Divulgação/Nike/CBF
Foto: Jogada10

O novo uniforme da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 mal chegou e já virou centro de uma polêmica. O motivo é a inscrição "Vai, Brasa" na parte interna da gola e em outras peças da coleção. A escolha da gíria, que abrevia "Brasil", gerou uma onda de críticas nas redes sociais por parte de torcedores que defendem a manutenção de símbolos e nomenclaturas mais tradicionais. Para muitos, o termo soa como uma descaracterização de um dos mantos mais sagrados do futebol mundial.

Por outro lado, a Nike e a CBF defendem que a expressão faz parte de uma estratégia de comunicação para rejuvenescer a marca e se aproximar das novas audiências digitais. O termo "Brasa" ganhou força em transmissões de entretenimento esportivo e conteúdos voltados ao público jovem nos últimos anos. No entanto, o que a marca vê como "atualização de linguagem", parte do público interpreta como um distanciamento da essência histórica do "Time Canarinho".

Além da polêmica textual, o uniforme traz inovações tecnológicas e estéticas. A cor escolhida é o "Canary", o amarelo clássico, mas com detalhes em verde-água e neon. O material, batizado de Aerofit, permite que grafismos inspirados nas formas geométricas da bandeira nacional sejam incorporados diretamente na malha do tecido.

A saber, a Nike tentou misturar o conceito de "Brasil com S" com uma estética contemporânea, mas o "Vai, Brasa" acabou roubando todos os holofotes.

Vini Jr, Lucas Paquetá e Estêvão foram os modelos da nova camisa da Seleção – Fotos: Divulgação/Nike/CBF
Vini Jr, Lucas Paquetá e Estêvão foram os modelos da nova camisa da Seleção – Fotos: Divulgação/Nike/CBF
Foto: Jogada10

Designer da Nike explica o conceito do "apelido carinhoso" da Seleção

A responsável pelo projeto, Rachel Denti, explicou que a ideia foi trazer elementos que o torcedor escuta no cotidiano e nos estádios. Segundo ela, a expressão é fácil de entender para o brasileiro e carrega um sentimento de proximidade com os jogadores.

"É o Brasil, mas também é Brasa quando está jogando", afirmou a profissional ao detalhar a escolha dos detalhes na gola.

"A gente precisou explicar que é Brasil, mas também é Brasa. Para a gente é muito fácil de entender, você olha 'Vai Brasa' e sabe o que significa. É uma coisa que a gente escuta nos estádios, escuta na rua, e agora os jogadores vão poder usar no corpo, carregando com eles", justificou a designer.

Apesar da explicação técnica, o debate sobre a tradição versus a modernidade continua inflamado. Enquanto os jogadores se preparam para usar o novo modelo nos amistosos da Data Fifa, a torcida segue dividida entre abraçar o novo "apelido" ou exigir o retorno dos padrões clássicos. Dessa forma, o uniforme de 2026 já entra para a história como um dos mais discutidos antes mesmo de estrear oficialmente em uma Copa do Mundo.

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Jogada10
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