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Destaque da Seleção cobra mais respeito ao futebol feminino no Brasil

Meio-campista fala sobre diferenças culturais entre Brasil e Estados Unidos, relembra frustração por lesões e projeta Copa do Mundo de 2027 no Brasil

13 mar 2026 - 11h27
(atualizado às 11h27)
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Foto: Lívia Villas Boas/ CBF / Esporte News Mundo

A meio-campista Ary Borges, da Seleção Brasileira e do Angel City FC, joga atualmente no clube dos Estados Unidos e deu uma entrevista para a ESPN, afirmando que encontrou um ambiente muito mais naturalizado em relação ao futebol feminino do que aquele que conheceu no Brasil.

Segundo Ary, a principal diferença está na forma como a sociedade enxerga o futebol praticado por mulheres.

— Uma das coisas que eu mais senti diferença quando eu cheguei é a forma como as pessoas tratam a modalidade. É completamente diferente do que a gente tem no Brasil.

A jogadora contou que percebeu essa mentalidade em conversas com famílias norte-americanas.

— Quando eu soube que eu ia ter uma menina, eu queria colocar minha filha para jogar futebol - disse

Para a ela, o futebol feminino no Brasil ainda precisa avançar no aspecto do reconhecimento.

— Acho que crescer, talvez, é até a palavra errada. Talvez seja realmente respeitar que a gente chegou.

Ary Borges pela Seleção Brasileira
Ary Borges pela Seleção Brasileira
Foto: Sarah Reed/Getty Images / Esporte News Mundo

Ary também demonstrou expectativa pela Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, que será disputada no Brasil. Para ela, o torneio pode ajudar no desenvolvimento da modalidade no país.

— Fiquei muito feliz de saber que o nosso país vai sediar uma Copa do Mundo. As expectativas são muito grandes, não só para a gente que vive ali dentro da Seleção Brasileira, mas também olhar para o que a Copa pode trazer para a gente, para a nossa modalidade no futebol brasileiro. Eu acho que a Copa pode trazer um grande impacto - declarou.

A jogadora ainda relembrou o período difícil após ficar fora dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 por causa de lesões.

— Foi muito difícil para mim ter ficado fora das Olimpíadas. Não só fisicamente, mas também mentalmente. Foi um momento bem difícil para mim, porque queria estar lá, queria estar brigando. Estava dentro do grupo ali até a primeira lesão que eu tive. Depois voltei e tive uma outra logo em seguida, que aí acabou pegando um pouco mais de tempo. Mas para mim é como eu falei, é sempre um prazer.

Agora recuperada, Ary trabalha para voltar à Seleção Brasileira no ciclo que terá como principal objetivo a Copa de 2027.

— Vestir a camisa da Seleção brasileira é o sonho de qualquer jogadora. Não é diferente para mim e eu trabalho muito por isso - completou Ary Borges.

Esporte News Mundo
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