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Com 1,3 gol sofrido por jogo, Felipão foca defesa e poupa cansados

Em treino desta terça, Seleção não teve seis nomes desgastados na atividade com bola, inclusive Neymar. Scolari cobrou ordem na marcação

4 jun 2013 - 17h23
(atualizado às 19h54)
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Luiz Felipe Scolari trabalhou mais a defesa no segundo treino do dia em Goiânia
Luiz Felipe Scolari trabalhou mais a defesa no segundo treino do dia em Goiânia
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra

Os dois gols sofridos diante da Inglaterra, mostrou o treinamento desta terça-feira, reforçaram em Luiz Felipe Scolari duas preocupações: melhorar o desempenho da defesa, que sob seu comando tem média de 1,33 gol sofrido por jogo, e também dar descanso a alguns jogadores desgastados. Na segunda atividade do dia, esta no CT Edmo Pinheiro, seis atletas não participaram dos trabalhos com bola. 

São eles: Oscar e David Luiz, dupla do Chelsea, cuja temporada foi mais longa em razão da final da Liga Europa; Fred, que tem uma fratura incompleta na costela; Bernard, desgastado e ainda sem 100% de condições por uma lesão no ombro esquerdo sofrida em abril; Marcelo, que teve problemas físicos e pouco atuou pelo Real Madrid neste ano. E, claro, Neymar

O agora atacante do Barcelona, cuja presença era incerta na atividade, chegou ao treino quando os jogadores tinham acabado de pisar no gramado. Neymar cumprimentou Luiz Felipe Scolari, o auxiliar Murtosa e conversou rapidamente com Daniel Alves. Depois, realizou duas corridas leves em torno do campo por 10 minutos e se encaminhou à sala de musculação. 

Já sem ele em campo, e também sem os jogadores poupados, Felipão posicionou uma linha de quatro defensores com Daniel Alves, Thiago Silva, Dante e Filipe Luís. À frente, os volantes Paulinho e Luiz Gustavo. Do outro lado, teve Hulk e Jadson pelos lados, Lucas como articulador central e Leandro Damião enfiado, além de Fernando, Hernanes e ainda Réver.

Os reservas então trocaram passes, buscaram os espaços e tiveram pouco sucesso na tentativa de ameaçar o goleiro Júlio César. Ele, por sinal, mostrou postura participativa, orientou os jogadores de defesa e falou mais até que Luiz Felipe Scolari em atividade que foi fechada ao público de Goiânia. 

Torcedor protesta contra Marin na chegada em Goiânia:

A preocupação com a defesa tem justificativa. Com Felipão, a média de gols sofridos é de 1,33, mas no fim das contas é até maior se considerados apenas os jogos com a equipe completa (duas vezes Inglaterra, Itália e Rússia). Nestes quatro duelos, o índice é elevado a 1,75 gol concedido. 

"É um número muito alto", concordou Daniel Alves nesta terça. "Quando a gente visa a palavra equilíbrio, a média de gols feitos e sofridos não pode estar perto uma da outra. Você tem que saber mais do que nunca em um equilíbrio entre atacar e defender. Deixou de ser um futebol que só defensores defendem e os atacantes atacam. É um conjunto", analisou o lateral do Barcelona. 

Com informações da MEI João Paulo Bezerra Di Medeiros - Especial para o Terra

Fonte: Terra
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