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Amarildo cobra vitória convincente do Brasil na Copa

27 jun 2014 - 13h27
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O fundamental para ganhar uma Copa é não ter medo e sempre dar o máximo em campo, diz o bicampeão
O fundamental para ganhar uma Copa é não ter medo e sempre dar o máximo em campo, diz o bicampeão
Foto: Getty Images

O Brasil decide uma vaga às quartas de final amanhã, diante do Chile, no Mineirão. A campanha invicta na primeira fase, com duas vitórias e um empate, não convenceu quem conhece bem os caminhos de uma conquista mundial.

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Para o ex-atacante Amarildo, ainda falta uma vitória convincente nesta Copa do Mundo. "Esta contra Camarões não serve. Está faltando uma vitória convincente. Não importa quem vai ser na final contra nós. Importante é chegar lá e escrever Brasil campeão dentro do Maracanã. Estamos em casa e dispostos a pegar esta taça, que vai servir para apagar aquela mancha negra que ainda paira no Maracanã", cobrou Amarildo.

O Possesso, como passou a ser chamado depois da Copa de 62, considera que o Brasil tem que pensar grande mesmo diante de um adversário que mandou a Espanha, atual campeã, mais cedo para casa.

"Falta determinação ao nosso time. O Felipão está dando muita importância ao Chile e isso não é bom. Somos superiores a eles. Temos que entrar com esta mentalidade, mas sem dar a chance ao Chile de levantar a cabeça para jogar. Não podemos deixar eles sem pressão. Se deixar jogar, o Chile é perigoso", advertiu.

Em 1962, Amarildo, com apenas 21 anos, teve a missão de substituir Pelé, que se machucou na segunda partida do Mundial no Chile. A base do Botafogo serviu como impulso para superar a desconfiança.

"Nem pensei que estava substituindo o Pelé. Para mim, era mais um para ajudar. Já sabia que ia jogar. Não fiquei surpreso quando o Aimoré Moreira me deu o colete. Estava treinando bem e não tinha motivo para não entrar. Basta olhar o ataque da Seleção, que era praticamente o do Botafogo. Facilitou ter os companheiros de clube. Me senti no Botafogo", destacou Amarildo.

Naquela Copa, Nílton Santos, Zagallo, Didi e Garrincha eram os outros representantes do alvinegro carioca.

Possesso marcou dois gols na estreia diante da Espanha, na vitória por 2 a 1. Mas a semifinal diante do Chile, vencida pelo Brasil por 4 a 2, não sai da memória de quem viveu aquela batalha.

"Foi o jogo mais difícil que fizemos na Copa. Eles não contavam que chegariam tão longe, mas foram muito perigosos. Foram à frente, sem medo, e tudo poderia acontecer. Eles entraram em campo prontos para tudo. Deram pontapés, xingaram, socos, mas nós não caímos nesta armadilha", lembrou o ex-camisa 20 do bicampeonato do Chile.

A expulsão de Garrincha foi uma prova da pressão chilena dentro de campo. "Garrincha não chutou o lateral do Chile (Eladio Roja) e o juiz caiu na dele. O jogador deu um mergulho e todo mundo veio em cima do Mané. Eles conseguiram fazer o jogo deles, mas isso foi injusto. Vieram preparados para tumultuar", destacou Amarildo.

O ex-jogador assistiu a estreia brasileira na Copa, Espanha x Chile e aguarda pela final, no dia 13, no Maracanã.

Fonte: Terra
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