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Com Oscar Schmidt, basquete brasileiro aumenta perda de ídolos em pouco mais de um ano

'Mão Santa' morreu nesta sexta-feira, 17, aos 68 anos

17 abr 2026 - 22h25
(atualizado às 22h46)
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Oscar Schmidt durante a partida contra a seleção da União Soviética, pelas quartas de final dos Jogos Olímpicos de Seul, na Coreia do Sul
Oscar Schmidt durante a partida contra a seleção da União Soviética, pelas quartas de final dos Jogos Olímpicos de Seul, na Coreia do Sul
Foto: Sérgio Berezovsky/Estadão / Estadão

O basquete brasileiro se despediu de Oscar Schmidt nesta sexta-feira, 17. A partida do ‘Mão Santa’ aos 68 anos foi mais uma sentida pela modalidade, que sofreu com outras quatro mortes nos últimos 16 meses. 

Há menos de um mês, em 22 de março, Marquinhos Abdalla morreu aos 73 anos. O ex-pivô foi fundamental para colocar o Brasil no topo do basquete nas décadas de 1970 e 1980, com a conquista dos Jogos Pan-americanos de 1971, em Cali, na Colômbia. 

Oscar Schmidt montou o seu top 5 de melhores jogadores da história do basquete com Kobe e LeBron:

Em 1976, foi escolhido pelo Portland Trail Blazers e entrou para a história como o primeiro brasileiro a ser draftado na NBA. Apesar da oportunidade, recusou ir para a liga para poder seguir jogando na Seleção Brasileira, já que na época a Federação Internacional de Basquete (FIBA) impedia que jogadores da competição representassem seus países.

O pivô Marquinhos Abdalla (direita) foi o primeiro brasileiro draftado pela NBA
O pivô Marquinhos Abdalla (direita) foi o primeiro brasileiro draftado pela NBA
Foto: Divulgação/Pepperdinne / Estadão

No fim do ano passado, em 25 de dezembro, Claudio Mortari morreu aos 77 anos. Apesar da curta carreira em quadra, ele se consolidou como um dos grandes treinadores brasileiros da modalidade. 

Entre suas conquistas, está o Campeonato Mundial Interclubes de 1979, com o Sírio. A equipe contava com nomes como Oscar, Marcel, Marquinhos, Eduardo Agra e Marcelo Vido. 

Cláudio Mortari morreu aos 77 anos
Cláudio Mortari morreu aos 77 anos
Foto: Reprodução

Outra perda recente foi a de Wlamir Marques, em 18 de março de 2025, aos 87 anos. O ‘Diabo Loiro’ fez história nas décadas de 1950 e 1960 e teve como destaque na carreira as conquistas dos Mundiais de 1959 e 1963 com a Seleção Brasileira.

Em 2023, foi introduzido ao Hall da Fama da Federação Internacional de Basquetebol. Também foi homenageado pelo Corinthians com a inauguração de um busto no Parque São Jorge. 

Wlamir Marques ao lado de busto
Wlamir Marques ao lado de busto
Foto: José Manoel Idalgo/ Agência Corinthians

No dia 12 de dezembro de 2024, Amaury Pasos morreu aos 89 anos. Para muitos, o maior jogador de basquete brasileiro de todos os tempos, ele conquistou os Mundiais de 1959 e 1963, e o bronze nos Jogos de Roma-1960 e Tóquio-1964 com a seleção.

 Amaury Pasos morreu no fim de 2024
Amaury Pasos morreu no fim de 2024
Foto: Reprodução/CBB
Fonte: Portal Terra
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