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Fórmula 1

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F1: Wolff apoia decisão da FIA após GP da Grã-Bretanha terminar sob Safety Car

Chefe da Mercedes diz que regulamento foi seguido corretamente e relembra polêmica de Abu Dhabi 2021

7 jul 2026 - 07h55
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Foto: Reprodução / Fórmula 1

O encerramento do GP da Grã-Bretanha atrás do Safety Car gerou frustração entre os torcedores em Silverstone, que esperavam uma relargada nas voltas finais. Parte da reação foi causada por um erro nos telões, que exibiram temporariamente a mensagem de que o Safety Car deixaria a pista.

A FIA esclareceu que a informação foi resultado de uma falha no sistema e confirmou que o procedimento adotado seguiu o regulamento. Após autorizar que os retardatários ultrapassem o Safety Car, o carro de segurança deve permanecer na pista por mais uma volta antes de recolher aos boxes, o que impossibilitou a relargada.

O chefe da Mercedes, Toto Wolff, aprovou a decisão e aproveitou para lembrar a polêmica do GP de Abu Dhabi de 2021.

"Eu preferia que isso tivesse acontecido em 2021. Aquilo era mais importante. Mas é bom ver que o regulamento foi seguido."

Wolff reconheceu que uma relargada teria proporcionado um fim de corrida mais emocionante, especialmente com Lewis Hamilton em pneus macios tentando atacar George Russell e Charles Leclerc. Ainda assim, reforçou que a prioridade deve ser o cumprimento das regras, e não o espetáculo.

George Russell também saiu em defesa da FIA. O britânico afirmou que os procedimentos não devem ser alterados apenas por se tratar das voltas finais da corrida e destacou que decisões consistentes evitam repetir controvérsias como a de Abu Dhabi em 2021. A manutenção do Safety Car até a bandeirada garantiu ao piloto da Mercedes a segunda posição em Silverstone.

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