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F1: Risco à saúde de Alonso por vibrações na Aston Martin pode forçar intervenção da FIA

Problema crônico no motor Honda no GP da China levanta alerta de segurança e entidade máxima pode agir

18 mar 2026 - 11h02
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No GP da China, tremores no equipamento forçaram o abandono dos pilotos da Aston Martin
No GP da China, tremores no equipamento forçaram o abandono dos pilotos da Aston Martin
Foto: Aston Martin F1 Team / Reprodução

A gravidade dos problemas técnicos da Aston Martin no Grande Prêmio da China ultrapassou a barreira do desempenho e se tornou uma questão de segurança. Após os abandonos de Fernando Alonso e Lance Stroll devido a severas vibrações causadas pelo motor Honda, que chegaram a adormecer as extremidades dos pilotos em altas velocidades, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) pode ser forçada a intervir para proteger a saúde dos competidores.

Segundo o veículo alemão Auto Motor und Sport, o que inicialmente parecia ser apenas uma falha técnica na integração da nova unidade de potência, agora atingiu proporções alarmantes. Durante a etapa em Xangai, as vibrações geradas pelo motor V6 da Honda foram tão extremas que causaram não apenas o colapso do equipamento (a bateria do carro de Stroll cedeu logo na nona volta), mas também colocaram a integridade física dos pilotos em risco direto.

Fernando Alonso, veterano bicampeão mundial, foi enfático ao relatar a situação no cockpit antes de seu próprio abandono: "Eu mal conseguia sentir minhas mãos e meus pés", relatou o piloto. Em velocidades que ultrapassam a marca dos 300 km/h, a perda de sensibilidade e do controle sobre o próprio corpo representa um perigo crítico nas pistas. O espanhol admitiu que não via motivos para continuar na prova, atestando que dificilmente conseguiria cruzar a linha de chegada naquelas condições.

A equipe havia prometido medidas para a etapa chinesa, visando diminuir os tremores na estrutura do AMR26. No entanto, as soluções não surtiram efeito prático durante a corrida. Uma das tentativas paliativas da fabricante japonesa envolvia rodar o motor em rotações mais baixas, uma tática que se provou completamente inviável em ritmo de competição.

Agora, o debate no paddock ganha uma nova e urgente esfera. Se as vibrações resultam na perda de controle corporal dos pilotos, uma linha vermelha de segurança foi cruzada. A expectativa é descobrir se a FIA aplicará alguma diretriz técnica ou se intervirá diretamente nas operações da Aston Martin para garantir que os carros só voltem à pista quando não representarem mais um perigo iminente a quem os conduz.

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