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Fórmula 1

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F1: Ford apoia retorno dos motores V8 na categoria após mudança em estratégia

Marca americana vê espaço para motores de combustão no futuro da Fórmula 1 e mantém apoio à eletrificação.

18 mai 2026 - 16h01
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Foto: Divulgação / Red Bull Content Pool

A Ford Motor Company demonstrou apoio à possibilidade de retorno dos motores V8 à Fórmula 1 no futuro. Segundo Mark Rushbrook, diretor da Ford Performance, a mudança recente na estratégia da fabricante para carros de rua reforça que motores a combustão ainda terão papel importante nos próximos anos.

As discussões sobre os futuros regulamentos da categoria já acontecem nos bastidores mesmo antes da estreia oficial das regras de 2026. A Fórmula 1 e a FIA estudam ajustes para os próximos ciclos de motores, incluindo a possibilidade de adoção de V8 movidos a combustíveis sustentáveis e com menor participação elétrica.

O presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, afirmou recentemente que o retorno dos motores V8 “é apenas uma questão de tempo”, com a entidade mirando mudanças para 2031 e avaliando até uma possível antecipação.

A Ford, que participa do projeto de motores da Red Bull Racing para a nova geração da Fórmula 1, deixou claro que vê a ideia com bons olhos.

“Adoramos a ideia do V8 porque vendemos muitos V8s. Também gostamos do elemento de eletrificação porque temos muitos veículos híbridos.”

Rushbrook explicou que a Ford passou a adotar uma abordagem mais flexível em relação aos seus sistemas de propulsão após rever planos antigos de abandonar motores exclusivamente a combustão em carros de passeio.

Segundo o executivo, a empresa hoje trabalha simultaneamente com motores a combustão, híbridos e veículos totalmente elétricos para atender diferentes mercados ao redor do mundo.

“Precisamos estar preparados para oferecer diferentes soluções dependendo da região e das necessidades dos clientes.”

A Ford também destacou que qualquer equilíbrio futuro entre combustão e eletrificação seria aceitável para a empresa.

“Seja 50-50, 60-40 ou 90-10, continuaremos aprendendo sobre a integração entre combustão e eletricidade.”

Além da questão técnica, Rushbrook afirmou que o retorno da Ford à Fórmula 1 já trouxe resultados acima do esperado para a marca.

“Estamos aproveitando muito mais do que imaginávamos quando iniciamos este projeto há três anos e meio.”

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