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Fórmula 1

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F1 2026: FIA confirma que sistema ADUO entra em vigor após o GP do Canadá

Fabricantes de motores poderão receber atualizações extras já na corrida seguinte caso apresentem desempenho abaixo dos rivais.

13 mai 2026 - 15h51
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Foto: Divulgação / Mercedes

A FIA confirmou oficialmente que o sistema ADUO da Fórmula 1 passará a valer após o GP do Canadá de 2026, marcado para o próximo fim de semana em Montreal.

Criado como uma espécie de rede de segurança para a nova geração de motores híbridos da categoria, o programa permitirá que fabricantes com desempenho inferior ao dos rivais possam receber concessões extras de desenvolvimento ao longo da temporada.

O ADUO, sigla para “Additional Development and Upgrade Opportunities”, foi introduzido pela FIA no fim de 2025 para evitar que alguma montadora fique muito atrás das concorrentes na nova era técnica da Fórmula 1.

Inicialmente, o sistema começaria após a sexta corrida da temporada, que antes seria o GP de Miami. No entanto, o cancelamento das etapas do Bahrein e da Arábia Saudita por conta da situação no Oriente Médio alterou o calendário e obrigou a FIA a revisar o cronograma de avaliação.

Com isso, o primeiro período de análise passará a considerar as corridas da Austrália, China, Japão, Miami e Canadá.

Os resultados serão divulgados até duas semanas após a corrida em Montreal. A partir daí, fabricantes elegíveis poderão introduzir melhorias já na etapa seguinte do campeonato.

Segundo a FIA, o sistema analisará exclusivamente o desempenho do motor de combustão interna de cada fabricante. O critério principal será a diferença para o melhor motor do grid.

Montadoras cujo índice de desempenho esteja entre 2% e 4% abaixo da referência poderão receber concessões do programa ADUO. Dependendo da desvantagem, o regulamento também prevê mais margem no teto orçamentário e oportunidades extras de homologação de componentes.

A FIA também confirmou os próximos períodos de avaliação da temporada. O segundo bloco irá do GP de Mônaco até o GP da Hungria, enquanto o terceiro abrangerá as corridas entre Holanda e México.

“Assim que os resultados forem comunicados, os fabricantes elegíveis receberão uma notificação detalhando suas concessões. Eles poderão implementar as melhorias já na próxima corrida.”

Nos bastidores da Fórmula 1, existe expectativa de que algumas fabricantes enfrentem dificuldades importantes neste início de regulamento. A Honda, parceira da Aston Martin, aparece entre as possíveis candidatas ao programa após um início complicado em 2026.

A Ferrari e a Audi também surgem como equipes observadas de perto após problemas de desempenho nas primeiras corridas da nova era híbrida da Fórmula 1.

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