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Alecsandro nega "treino" no Brasileiro e defende irmão Richarlyson

11 set 2013 - 16h49
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Atacante (centro) diz estar pronto para substituir Jô e revela conversa com irmão Richarlyson (dir)
Foto: PAulo Fonseca / Futura Press

Pronto para ser opção do técnico Cuca, caso Jô não tenha condições de jogo contra o Coritiba, nesta quinta-feira, às 21h (de Brasília), no Estádio Independência, o atacante Alecsandro afirmou que o objetivo do Atlético-MG dentro do Campeonato Brasileiro é inicialmente fugir da parte de baixo da tabela. O atleta lamentou a distância para os líderes e garantiu que o foco será na competição nacional.

“Não podemos usar o Brasileiro como treino para o Mundial. Temos objetivos na competição. A distancia para o líder é grande. Já estamos na Libertadores ano que vem, estamos no Mundial. A gente tem que ser muito inteligente e colocar isso para fora, para o torcedor ter consciência do que está acontecendo. Gostaríamos, claro, de brigar pelo título do Brasileiro. Mas o futebol aqui é muito forte. Estamos tentando brigar pelo título, mas por enquanto não está dando certo”, argumentou.

Preparado para entrar em campo se for necessário, depois de se recuperar de uma lesão, o atacante brincou e afirmou que consegue atuar pelos 90 minutos se Cuca precisar. “Treinei alguns dias com bola. Não tem problema. Talvez pode dar algo errado na parte física, no fim do jogo. Mas se tiver tudo certo, de repente, como eu sou fominha, fico até o final”, garantiu.

Conversa com o irmão

Pela primeira vez atuando no mesmo time, Alecsandro pôde ajudar seu irmão em uma situação complicada. O atacante revelou que passou o fim de semana com Richarlyson, que vem sendo muito cobrado pelos torcedores, e deu muita força para ele.

“Eu disse para ele: feliz do jogador que é cobrado. Torcedor só cobra de quem tem raça e futebol. Se o torcedor está cobrando, pode ficar tranquilo porque você é um grande jogador”, disse.

Segundo Alecsandro, as vaias não ajudam durante o jogo. “Richarlyson não foi o primeiro a ser vaiado e não será o último. Nunca fui a favor de vaia. Tenho que ser claro e sou a favor da verdade. Gosto que o torcedor cobre e critique quando a partida acaba. Richarlyson foi titular na Libertadores e é um grande jogador”, finalizou.

Fonte: Marcellus Madureira Rodrigues de Oliveira - ME - Especial para o Terra Marcellus Madureira Rodrigues de Oliveira - ME - Especial para o Terra
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