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Wall Street recua com alta do petróleo e rendimentos antes de cúpula entre EUA e China

23 set 2026 - 11h43
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Resumo
Pressionados pela alta do petróleo, avanço nos rendimentos dos Treasuries e quedas no setor de semicondutores, os principais índices de Wall Street operavam em baixa nesta quarta-feira. O mercado adota cautela diante da perspectiva de juros elevados e no aguardo de desfechos para as tensões no Oriente Médio, além da iminente cúpula entre EUA e China em Washington, que discutirá a trégua comercial, inteligência artificial e a venda de armas a Taiwan.

Os principais índices de Wall Street caíam nesta quarta-feira uma vez que os preços do petróleo bruto retomaram sua tendência de alta e os rendimentos dos títulos subiam, enquanto os investidores ⁠aguardavam um avanço nas negociações para pôr fim ‌ao conflito no Oriente Médio antes da cúpula entre Estados Unidos e China.

Os preços ‌do petróleo Brent subiam mais ‌de 1% após cinco pregões consecutivos de ⁠quedas, embora tenham permanecido próximos da mínima de duas semanas.

Os rendimentos do Treasury de dois e de 10 anos avançavam, reforçando as preocupações do mercado de que os custos de financiamento ‌permanecerão elevados por mais tempo.

"O mercado está em um ‌limbo neste ⁠momento... porque ⁠os rendimentos dos títulos e os preços do petróleo estão ⁠em alta", disse ‌Sam Stovall, estrategista-chefe ‌de investimentos da CFRA Research.

Empresas do setor de chips enfrentavam pressão, incluindo a AMD, a Nvidia e a Intel. O índice de ⁠chips da Filadélfia recuava 1,5%.

O Índice Dow Jones Industrial Average caía 0,27%, para 51.721,24 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,27%, a 7.743,98 pontos, e o ‌Nasdaq Composite tinha queda de 0,41%, para 27.133,38 pontos.

Operadores aguardam agora atualizações de autoridades dos EUA ⁠e do Irã, depois que seus mediadores iniciaram negociações à margem da Assembleia Geral da ONU na terça-feira.

O presidente chinês Xi Jinping deve chegar a Washington ainda nesta quarta para uma visita de Estado. A agenda inclui a prorrogação da trégua comercial firmada no ano passado entre as duas superpotências, a regulamentação da IA e as vendas de armas dos EUA a Taiwan.

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