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Se pudesse, Bolsonaro privatizaria Correios imediatamente, diz porta-voz

7 jan 2020 - 19h56
(atualizado às 22h38)
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O presidente Jair Bolsonaro vai colocar todo o seu esforço na realização de privatizações que se mostrem adequadas de serem feitas até o final do governo e, se pudesse, faria imediatamente a venda dos Correios, disse o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, em briefing à imprensa nesta terça-feira no Palácio do Planalto.

Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto
18/12/2019 REUTERS/Adriano Machado
Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto 18/12/2019 REUTERS/Adriano Machado
Foto: Reuters

Segundo Barros, as privatizações são "cláusulas pétreas" que o governo vem apresentando à sociedade e que a gestão Bolsonaro não vai recuar delas, uma vez que o Estado é muito pesado.

"No caso específico dos Correios, foi qualificado no âmbito do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos) para fins de possibilitar a realização de estudos e possibilidade de parcerias com a iniciativa privada para propor ganhos de eficiência e garantir sua sustentabilidade financeira", disse.

O porta-voz disse que Bolsonaro reitera apoio ao autodeclarado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, que tem passado por impasses com forças de segurança venezuelanas, depois que o governista Partido Socialista instalou no domingo uma liderança parlamentar rival.

Barros afirmou ainda que a posição do Brasil na crise entre Estados Unidos, Irã e Iraque já foi manifestada na nota do Itamaraty. A tensão entre os três países elevou-se após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter ordenado o ataque fatal contra o comandante militar iraquiano Qassem Soleimani em um aeroporto da capital iraquiana.

Após reação negativa de alguns países com os quais o Brasil mantém parcerias comerciais, o país optou por não se manifestar mais sobre a crise publicamente. Houve a convocação da representante brasileira em Teerã após o Itamaraty emitir uma nota na sexta-feira sobre a morte do general Soleimani, em que manifestou "apoio à luta contra o flagelo do terrorismo".

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