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Rodopetro, citada na Operação Carbono Oculto, entra em recuperação judicial

Empresa alega que práticas anticoncorrenciais da Petrobras e exigências fiscais do Estado de São Paulo inviabilizaram suas operações, levando à crise financeira

11 set 2025 - 19h38
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A Rodopetro Distribuidora de Petróleo entrou em recuperação judicial nesta quinta-feira, 11. A empresa ingressou com o pedido na 3ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, em ação de valor estimado em R$ 183,7 milhões. A decisão que deferiu o processo foi assinada pela juíza Maria Izabel Gomes Sant'Anna de Araújo, suspendendo execuções e nomeando o escritório de advocacia Zveiter como administrador judicial.

A Rodopetro está entre as distribuidoras que foram citadas na investigação do Ministério Público que veio a público com a Operação Carbono Oculto, deflagrada no fim de agosto, que listou distribuidoras de combustíveis com suspeitas de conexão com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Operação Carbono Oculto, deflagrada no fim de agosto, listou distribuidoras de combustíveis com suspeitas de conexão com o Primeiro Comando da Capital (PCC)
Operação Carbono Oculto, deflagrada no fim de agosto, listou distribuidoras de combustíveis com suspeitas de conexão com o Primeiro Comando da Capital (PCC)
Foto: Werther Santana/Estadão / Estadão

Um relatório da Secretária da Fazenda do Estado de São Paulo, anterior à operação, e obtido pela reportagem, indica que o Grupo Fit compreendia distribuidoras que foram citadas na investigação do Ministério Público, dentre as quais a Rodopetro.

O Grupo Fit afirma, no entanto, que "ao contrário do que diz o parecer da Sefaz -SP, as empresas PortBrazil, Império, Everest, Orizona, Máxima e Estrela (citadas na investigação) não são e nunca foram controladas pelo Grupo Fit. Essas empresas apenas revendem combustível da Refit, distribuído pela Rodopetro, que, por sua vez, é quem mantém relação comercial com o Grupo Fit".

Na petição inicial da recuperação judicial da Rodopetro, a companhia atribuiu sua crise econômico-financeira a práticas anticoncorrenciais da Petrobras e a exigências fiscais do Estado de São Paulo, que teriam inviabilizado suas operações.

Estadão
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