Rehn, do BCE, não vê inflação de segunda ordem e defende dívida conjunta para defesa
Olli Rehn, membro do Banco Central Europeu, afirmou que a zona do euro não apresenta sinais claros de inflação de segunda ordem e defendeu a emissão de dívida conjunta para financiar a defesa do bloco. Segundo ele, o mercado de trabalho atual não repete o aperto crítico de 2022, embora siga sob monitoramento. Rehn destacou ainda que o BCE acompanha o cenário político regional e possui instrumentos viáveis para assegurar a transmissão adequada de sua política monetária diante das próximas eleições.
Olli Rehn, membro do Banco Central Europeu, afirmou nesta quinta-feira que não há sinais claros de efeitos de segunda ordem da inflação na zona do euro e defendeu o uso de dívida emitida em conjunto para fortalecer as capacidades de defesa da região.
Em discurso durante um evento em Londres, Rehn afirmou que não está evidente no mercado de trabalho da zona do euro o mesmo aperto observado em 2022 após a invasão da Ucrânia e a crise pós-Covid, embora o banco central esteja acompanhando esse e outros dados de perto.
Ele também disse que o banco está acompanhando de perto o "cenário político" na Europa antes das eleições em países como a França no próximo ano, ressaltando que o banco dispõe de um conjunto de "instrumentos viáveis" para garantir a transmissão suave da política monetária.
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