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Queremos convocar empresários e trabalhadores, porque humanidade não quer mais jornada 6x1, diz Lula

'É preciso inventar um jeito de ter outra jornada de trabalho', disse o presidente

11 jul 2025 - 13h41
(atualizado às 13h46)
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BRASÍLIA — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender nesta sexta-feira, 11, o fim da jornada de trabalho 6X1, que é tema de um projeto no Congresso, mas segue parado. Segundo o petista, o governo pretende reunir empresários e trabalhadores para, depois, apresentar uma "nova forma de se trabalhar" no Brasil.

"Teremos que discutir a questão da jornada de trabalho neste país. Queremos convocar os empresários e sindicalistas brasileiros, porque a humanidade não quer mais 6x1. É preciso inventar um jeito de ter outra jornada de trabalho", disse durante evento sobre os avanços do Novo Acordo Rio Doce, em Linhares (ES).

Lula afirmou que usará ideias de universidades e da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para formular um novo modelo.

"A gente já não aguenta mais levantar cinco da manhã, voltar às sete da noite, mal e porcamente jantar, para dormir e levantar no dia seguinte, durante seis dias por semana. A juventude não quer mais isso. É importante que trate de pesquisa, vamos utilizar a universidade, a OIT, e vamos tentar apresentar uma nova forma de trabalhar neste país", declarou.

O fim da jornada 6x1 tem sido umas das propostas defendidas por Lula. Em abril, por exemplo, falou que "está na hora de o Brasil dar esse passo, ouvindo todos os setores da sociedade, para permitir um equilíbrio entre a vida profissional e o bem-estar de trabalhadores e trabalhadoras".

Em fevereiro, a deputada Erika Hilton (Psol-SP) protocolou a Proposta de Emenda à Constituição 8/2025, que acaba com a jornada de 6x1. O texto, no entanto, segue sem avanço e ainda aguarda despacho do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

No evento no Espírito Santo, Lula também voltou a endossar seu apoio à redução do gás vendido, ao programa Pé-de-Meia e ao financiamento de moto para entregadores de aplicativos.

Estadão
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