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Prévia da inflação: IPCA-15 acelera em setembro e fica em 0,48%

Com o resultado, índice registrou aumento de 3,76% no acumulado do ano; em 12 meses, alta foi de 5,32%, ante taxa de 4,95% até agosto

25 set 2025 - 09h16
(atualizado às 09h41)
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RIO - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) subiu 0,48% em setembro, após ter recuado 0,14% em agosto, informou nesta quinta-feira, 25, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o maior índice para o mês desde 2021, quando foi registrada alta de 1,14%.

Com o resultado, o IPCA-15 registrou um aumento de 3,76% no acumulado do ano. Em 12 meses, a alta foi de 5,32%, ante taxa de 4,95% até agosto.

A alta ficou abaixo da mediana das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, que era de 0,51%, com intervalo entre 0,40% e 0,60%. A taxa em 12 meses também abaixo da mediana, que era de 5,35%, com um intervalo que ia de 5,25% a 5,44%. O teto da meta do Banco Central é de 4,5%.

Dos nove grupos pesquisados pelo IBGE no IPCA-15, cinco tiveram alta em setembro: Habitação (3,31%); Vestuário (0,97%); Saúde e cuidados pessoais (0,36%); Despesas pessoais (0,20%) e Educação (0,03%).

Todas as 11 regiões pesquisadas pelo instituto tiveram alta nos preços neste mês. A maior variação foi registrada em Recife (0,80%), por conta das altas de energia elétrica (10,69%) e gasolina (4,78%).

Os preços de Transportes caíram 0,25% em setembro, após queda de 0,47% em agosto. O grupo deu uma contribuição negativa de 0,05 ponto porcentual para o IPCA-15, que subiu 0,48% no mês.

Preços de Alimentação e bebidas caíram 0,35% em setembro, após queda de 0,53% em agosto, segundo o IBGE
Preços de Alimentação e bebidas caíram 0,35% em setembro, após queda de 0,53% em agosto, segundo o IBGE
Foto: Alex Silva/Estadão / Estadão

Os preços de combustíveis tiveram queda de 0,10% em setembro, após recuo de 1,18% no mês anterior. A gasolina caiu 0,13%, após ter registrado queda de 1,14% em agosto, enquanto o etanol avançou 0,15% nesta leitura, após queda de 1,98% na última.

O Estadão/Broadcast calcula o impacto de cada grupo no IPCA-15 com base na variação mensal e no peso mensal disponíveis no Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra). O resultado pode ter divergências pontuais com o impacto divulgado pelo IBGE, que considera mais casas decimais do que as disponibilizadas publicamente na taxa de cada item.

Os preços de Alimentação e bebidas caíram 0,35% em setembro, após queda de 0,53% em agosto. O grupo deu uma contribuição negativa de 0,08 ponto porcentual para o IPCA-15, que subiu 0,48% no mês.

Entre os componentes do grupo, a alimentação no domicílio teve queda de 0,63% em setembro, após ter recuado 1,02% no mês anterior. A alimentação fora do domicílio subiu 0,36%, ante alta de 0,71% em agosto.

Estadão
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