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Lucro da Petrobras recua enquanto disparada do Brent ainda não reflete nos resultados

11 mai 2026 - 20h17
(atualizado às 21h41)
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Por Marta Nogueira e Fabio Teixeira

RIO DE ‌JANEIRO, 11 Mai - A Petrobras reportou nesta segunda-feira uma queda de 7,2% no lucro líquido do primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2025, resultado que ainda não reflete a recente disparada dos preços globais ⁠do petróleo, afirmou a companhia nesta segunda-feira.

O lucro líquido da ‌companhia somou R$32,7 bilhões entre janeiro e março, ante R$35,2 bilhões no primeiro trimestre do ano passado, ‌segundo relatório de desempenho divulgado ‌pela empresa nesta segunda-feira. O resultado ficou abaixo ⁠das estimativas de analistas consultados pela LSEG, que apontavam R$34,4 bilhões.

Excluindo eventos exclusivos, o lucro líquido foi de R$23,8 bilhões no período, praticamente estável em relação a um ano antes.

"Vale ressalvar que o aumento recente dos ‌preços do petróleo e o recorde da produção praticamente não ‌se refletiram nas ⁠receitas do ⁠1º trimestre", disse a Petrobras. O petróleo Brent, referência internacional, subiu ⁠acima de US$100 após o ‌início do conflito dos ‌Estados Unidos e Israel contra o Irã, no fim de fevereiro. 

A maior parte das vendas da Petrobras é feita para os mercados asiáticos, com a ⁠precificação geralmente baseada nas cotações do mês anterior à chegada da carga, disse a empresa.

Segundo a Petrobras, o preço médio do petróleo Brent no primeiro trimestre foi de US$80,61, alta ‌de 6,5% na comparação anual. 

Enquanto a receita com vendas no mercado externo subiu 28,3% no primeiro trimestre, as ⁠vendas no Brasil caíram 9,4% no mesmo período. A receita de vendas total ficou praticamente estável em base anual, a R$123,7 bilhões, abaixo da previsão de mercado de R$136,1 bilhões.

O Ebitda ajustado da estatal somou R$59,6 bilhões entre janeiro e março, recuo de 2,4% ante um ano antes. Analistas esperavam R$64,5 bilhões.

Em um comunicado separado, a empresa também anunciou a aprovação de pagamento de remuneração aos acionistas de R$9 bilhões.

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