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Personalidades lamentam morte da empresária Eliana Tranchesi

24 fev 2012 - 10h23
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A morte da empresária Eliana Tranchesi foi comentada por personalidades nas redes sociais nesta sexta-feira. A herdeira e ex-dona da Daslu morreu no início da madrugada, em São Paulo, aos 56 anos. Segundo o hospital Albert Einstein (onde ela estava internada), a morte foi em decorrência de um câncer pulmonar complicado por pneumonia. Ela lutava contra o câncer desde 2006 e deixou três filhos.

A jornalista e colunista social Joyce Pascowitch prestou sua homenagem pelo microblog Twitter. "Mulher forte, trabalhadora, mäe, guerreira. Que ela tenha muita luz. E os filhos, força...", afirmou. A empresária também foi lembrada pela apresentadora Ana Maria Braga. "Eliana Tranchesi vai ficar na memória como uma batalhadora pela vida e pelos filhos. Leoa na vida e na morte. Saudades."

A atriz Fernanda Paes Leme se colocou ao lados das filhas de Tranchesi. "Que Deus abençoe a amada ElianaTranchesi...força minhas amigas @Lu_Tranchesi e @mtranchesi Tô com vcs!!!". A cantora Preta Gil também deixou seu lamento: "perdemos uma guerreira, uma mãe leoa, uma amiga fiel, estou muito triste e com saudade, força pra toda a familia Tranchesi". Em seu perfil oficial no microblog, Adriane Galisteu disse estar "triste com a notícia". "Meus sentimentos a familia Tranchesi... Todo meu carinho", publicou.

Em janeiro deste ano, uma das filhas de Tranchesi publicou em seu blog uma carta de Eliana escrita após a internação no Albert Einstein para tratar uma pneumonia no pulmão direito. "Vim para o hospital e a partir de domingo tive reações muito fortes de efeitos colaterais de um antibiótico que tomei. É um tipo de reação muito rara, somente 0,01% das pessoas a tem. Fui uma delas. Tive um tremendo revertério e pela primeira vez na minha vida não vi luz no meu presente, nem alegrias no meu passado e nem esperanças no futuro", afirmou.

O velório acontece no hospital Albert Einstein e o enterro será no cemitério do Morumbi. A empresária esteve no comando da Daslu por vários anos. Fundada por Lucia Piva, mãe de Eliana, a butique multimarcas foi uma das pioneiras no mercado de luxo brasileiro. Responsável por trazer para o País marcas do porte de Dolce & Gabbana, Giorgio Armani, Louis Vuitton, Christian Dior, Prada, Chanel, Burberry, Salvatore Ferragamo, Gucci, Fendi, Chloé, Cacharel, Yves Saint Laurent, Goyard, Tom Ford e Tods.

Eliana Tranchesi foi presa pela Polícia Federal em 26 de março de 2009 após a condenação a 94 anos de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, contrabando e falsificação de documentos, descobertos na Operação Narciso, em 2005.

Fonte: Terra
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