Script = https://s1.trrsf.com/update-1778180706/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Otávio Yazbek é acusado de fraude para impedir OPA bilionária da Oncoclínicas

11 mai 2026 - 11h42
Compartilhar
Exibir comentários
Oncoclínicas (ONCO3)
Oncoclínicas (ONCO3)
Foto: Suno

O advogado Otávio Yazbek passou ao centro da disputa bilionária envolvendo a OPA da Oncoclínicas (ONCO3) após ser acusado pelo advogado Claudio Luis Caivano de participar de uma fraude para impedir a oferta pública de aquisição defendida por acionistas minoritários da companhia. O tema foi discutido no programa Pavinatto 19h30, do Metrópoles, do dia 8 de maio.

Caivano afirmou que Yazbek "nitidamente participou da fraude, lesando os minoritários". O trecho foi publicado no YouTube pelo Metrópoles. Veja abaixo o trecho sobre a Oncoclínicas:

A coluna Radar Econômico da revista Veja publicou no sábado (9/5) que Yazbek, que atua no caso como parecerista, sugeriu a uma advogada que representa o Goldman Sachs recorrer ao ministro da Controladoria-Geral da União para travar a operação. Em diálogo obtido pela coluna, ele escreveu: "Se vocês acharem que é o caso de ir à CGU, tenho um contato próximo com o ministro" em Whatsapp enviado à advogada.

Ainda de acordo com a publicação, a recomendação ocorreu após reportagem de O Globo revelar que acionistas minoritários favoráveis à OPA apresentaram reclamação formal à CGU contra a conduta de técnicos da CVM. O pedido buscaria ampliar a pressão institucional para que diretores da autarquia se pronunciem sobre o caso.

A disputa opõe alguns dos principais acionistas da Oncoclínicas. De um lado, estão Centaurus Capital e Goldman Sachs. Do outro, a gestora de ativos estressados Latache e acionistas minoritários, que defendem que a companhia convoque uma OPA. O argumento dos minoritários é que o fundo Josephina, controlado pela Centaurus, teria ultrapassado o limite de 15% de participação acionária previsto para a rede de tratamento oncológico.

A controvérsia gira em torno da chamada poison pill, cláusula estatutária que obrigaria a realização de uma oferta pública de aquisição caso determinado acionista superasse o patamar de 15% de participação na companhia. No Metrópoles, Pavinatto afirmou que a disputa poderia ter privado os minoritários de um ganho estimado em cerca de US$ 1 bilhão.

Segundo o apresentador, Yazbek deveria atuar como parecerista independente, mas, na avaliação dele, teria participado de uma dinâmica prejudicial aos minoritários.

À Veja, Yazbek negou irregularidades. Segundo a revista, ele afirmou que falava "apenas de contatos profissionais, sem qualquer outra oferta de trânsito" e que "qualquer reunião teria que ser solicitada pelas vias formais".

Suno
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra