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Opep nega pânico após queda do preço do petróleo

Queda acentuada dos preços do petróleo gerou questões sobre a possibilidade de o grupo de produtores cortar sua produção para sustentar o mercado

29 out 2014 - 11h55
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<p>&quot;N&oacute;s n&atilde;o vemos muita mudan&ccedil;a nos fundamentos. A demanda continua a crescer, a oferta tamb&eacute;m &eacute; crescente. A Opep est&aacute; revisando a situa&ccedil;&atilde;o&quot;, disse o secret&aacute;rio-geral da Opep, Abdullah al-Badri</p>
"Nós não vemos muita mudança nos fundamentos. A demanda continua a crescer, a oferta também é crescente. A Opep está revisando a situação", disse o secretário-geral da Opep, Abdullah al-Badri
Foto: Andrew Winning / Reuters

Não há necessidade de pânico diante do recente colapso dos preços do petróleo, porque os fundamentos do mercado não mudaram muito, afirmou o secretário-geral da Opep nesta quarta-feira.

"Nós não vemos muita mudança nos fundamentos. A demanda continua a crescer, a oferta também é crescente. A Opep está revisando a situação", disse o secretário-geral da Opep, Abdullah al-Badri, em Londres, onde participou da conferência Oil & Money, um evento anual da indústria.

"A coisa mais importante é que não se deve entrar em pânico", disse ele.

O preço do petróleo de referência, o tipo Brent, perdeu mais de um quarto de seu valor de mais de US$ 115 por barril registrado em junho, com oferta abundante de petróleo de alta qualidade superando a demanda em vários mercados.

O Brent era negociado em alta de 1% por volta das 9h (horário de Brasília), a US$ 86,89 por barril.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo deverá se reunir em 27 de novembro, em Viena, para discutir metas de produção.

A queda acentuada dos preços do petróleo gerou questões sobre a possibilidade de o grupo de produtores cortar sua produção para sustentar o mercado.

Badri não falou se a Opep precisa cortar a produção.

Ele disse no mês passado que esperava que o grupo reduzisse sua meta de produção de petróleo na reunião de Viena, o que seria o primeiro corte oficial corte desde a crise financeira de 2008.

A Opep tem agora uma meta de produção de 30 milhões de barris por dia (bpd), e Badri sugeriu no mês passado que este volume deve ser cortado para cerca de 29,5 milhões de bpd.

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