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Números fracos para o Caged podem abrir caminho para cortar juros

Dados de emprego são aguardados nesta manhã como um dos balizadores para a Taxa Selic

27 nov 2025 - 10h02
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Resumo
Hoje, os investidores no Brasil repercutirão dois indicadores importantes: o IGP-M de novembro, que subiu 0,27%, e o Caged de outubro, com divulgação prevista para a tarde e expectativa de criação de vagas formais abaixo do mês anterior. O Banco Central monitora o mercado de trabalho como possível fator de pressão sobre a inflação de serviços.
Fila em busca de emprego
Fila em busca de emprego
Foto: José Cruz / Agência Brasil

O Ibovespa emplacou mais um dia histórico nesta quarta-feira (26), renovando seu recorde de fechamento em alta de 1,70%, aos 158.554 pontos. O impulso veio do IPCA-15 de novembro, que avançou apenas 0,20% e trouxe alívio para os investidores ao mostrar a menor prévia de inflação para o mês desde 2019.

Com isso, as ações dos grandes bancos subiram com força, variando de 1,14% no Banco do Brasil (BBAS3) até 3,01% no Bradesco (BBDC4). Entre os papéis de maior peso no Ibovespa, a Petrobras encerrou o dia em leve queda de 0,32% (ON) e de 0,15% (PN) e a Vale ON em alta de 1,49%. Rumo (+9,14%) e Vamos (+6,63%) lideraram os ganhos da sessão, enquanto Vibra liderou as perdas em queda de 1%. 

Já o dólar fechou em queda de 0,78% ante o real, cotado a R$ 5,33, com dados fracos dos Estados Unidos, completando o terceiro dia consecutivo de desvalorização.

Hoje, os investidores no Brasil repercutirão dois indicadores importantes: o IGP-M de novembro, que subiu 0,27%, e o Caged de outubro, com divulgação prevista para a tarde e expectativa de criação de vagas formais abaixo do mês anterior. O Banco Central monitora o mercado de trabalho como possível fator de pressão sobre a inflação de serviços.

O discurso do presidente do BC, Gabriel Galípolo, em um evento do mercado financeiro, também está no radar, já que qualquer mudança de tom pode influenciar as apostas sobre os próximos passos da Selic.

Lá fora, o feriado de Ação de Graças mantém fechadas as bolsas de Nova York nesta quinta (27), o que reduz o volume global de negociações. Sem a referência dos EUA, o mercado acompanha a ata do Banco Central Europeu e os indicadores de confiança da Zona do Euro. As conversas por um possível acordo entre Rússia e Ucrânia também seguem no radar.

Na Europa, as bolsas operam sem direção única após três altas consecutivas, refletindo o dia de menor liquidez com Nova York fechada. Investidores aguardam novos dados de inflação das principais economias nesta sexta-feira e seguem atentos às negociações sobre a guerra na Ucrânia.

Na Ásia, o pregão terminou em alta. A Coreia do Sul manteve os juros em 2,5%, e o governo japonês anunciou a emissão de mais de US$ 70 bilhões em títulos. As ações de tecnologia avançaram, com destaque para Softbank. Na China, Shenzhen caiu levemente, enquanto Xangai e Hong Kong avançaram.

No setor de commodities, o petróleo opera estável com o aumento inesperado dos estoques americanos. Já o minério de ferro subiu tanto na China quanto em Singapura.

No setor corporativo, a Petrobras vota hoje seu novo plano de negócios, enquanto no BRB, o Banco Central autorizou Nelson Antônio de Souza a assumir a presidência.

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