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Governo discutiu alta do petróleo, mas não fará intervenção na Petrobras, diz ministro

11 mar 2026 - 11h31
(atualizado às 12h39)
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Integrantes do governo ‌discutiram na terça-feira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva questões sobre a alta do petróleo, mas não haverá intervenção na Petrobras relacionada a preços de combustíveis, disse o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, nesta quarta-feira.

Em meio a um preço do ⁠petróleo mais elevado, em função dos desdobramentos da guerra no Irã, ‌Silveira foi questionado sobre o assunto durante audiência em comissão do setor na Câmara dos Deputados.

Ele disse que foram discutidas medidas ‌que poderiam ser tomadas sobre os ‌impactos da alta do petróleo, em momento em que o ⁠mercado já registra repasses de preços dos combustíveis nos postos brasileiros, apesar de a Petrobras estar segurando suas cotações.

A reunião, disse o ministro, debateu quais "medidas tomaremos sobre algo que não depende da gente, mas que nós não seremos irresponsáveis de fazer intervenção em empresa ‌de capital aberto (Petrobras), listada na bolsa de Nova York, e que ‌tem governança própria".

O ministro ⁠disse que cometem ⁠um "equívoco" aqueles que acham que o governo vai interferir na Petrobras.

Durante a audiência, ⁠Silveira afirmou que a reunião ‌do Conselho Nacional de ‌Política Energética (CNPE), órgão de aconselhamento da Presidência da República, foi adiada para o dia 19 de março.

O ministro disse que o CNPE deverá aprovar diretrizes para leilão de eólicas offshore.

Setores empresariais ⁠pediram que o CNPE discutisse na reunião, antes marcada para o dia 12, o aumento da mistura de biodiesel no diesel, como forma de reduzir a dependência do combustível importado, e uma deliberação sobre a importação do ‌biocombustível.

Mas o ministro não falou se esses temas serão discutidos na próxima reunião do CNPE.

Da demanda total de diesel no Brasil, cerca ⁠de 25% é importado, o que tem resultado em altas nos preços do combustível na última semana. Além disso, o Brasil conta com algumas refinarias privadas que seguem o preço do petróleo.

Diante de denúncias de escassez do combustível para o agronegócio do Rio Grande do Sul, a Petrobras previa um leilão de diesel nesta quarta-feira no Estado.

Segundo dados do Índice de Preços Edenred Ticket Log, divulgados na terça-feira, o preço médio do diesel S-10 nos postos do Brasil subiu 7,72% na primeira semana de março em relação à semana anterior, para R$6,70 por litro, com revendedores repassando custos.

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