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Governo estuda isentar PLR do pagamento de Imposto de Renda, diz Lula

Segundo o presidente, fim da cobrança do imposto foi um pedido feito a ele e ao ministro Haddad pelas centrais sindicais

1 mai 2023 - 17h10
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira, 1º, que o governo estuda isentar da cobrança do Imposto de Renda a participação nos lucros e resultados (PLR) paga aos trabalhadores. Segundo Lula, o assunto está sendo discutido pela equipe do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Atualmente, a isenção vale para PLRs de até R$ 6 mil. A ideia em análise é acabar com a cobrança em qualquer faixa.

Benefício da isenção no PLR está sendo analisado pelo ministro da fazenda Fernando Haddad.
Benefício da isenção no PLR está sendo analisado pelo ministro da fazenda Fernando Haddad.
Foto: Werther Santana/Estadão / Estadão

"Os trabalhadores se preparem, porque, a pedido das centrais sindicais, nós começamos a estudar. Se o patrão não paga imposto de renda sobre o lucro, se o patrão não paga imposto de renda sobre os dividendos que ele recebe, por que os trabalhadores têm de pagar imposto no PLR? Então nós estamos estudando, o Haddad estava na reunião (com as centrais sindicais, na quinta-feira), nós estamos estudando, quem sabe para o próximo ano", disse o presidente, durante o discurso no ato unificado das centrais sindicais pelo Dia do Trabalhador, realizado nesta segunda-feira no Vale do Anhangabaú, em São Paulo.

Segundo Antonio Neto, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), o ministro Haddad afirmou, na reunião das centrais com Lula, que precisaria calcular o impacto da proposta. "A isenção até 6 mil nós conseguimos em 2012, com o Mantega (Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda no governo Dilma Rousseff). Queremos agora a ampliação da isenção" Na época, os sindicalistas defendiam a isenção até R$ 20 mil.

Ao ser questionado sobre o que aconteceria se a isenção de lucros e dividendos cair, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que, nesse caso, não caberia a isenção para os trabalhadores. "É preciso ter reciprocidade", afirmou.

Estadão
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