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Ibovespa oscila sem viés claro com atenção voltada a balanços e exterior

11 mai 2026 - 10h25
(atualizado às 11h09)
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O Ibovespa oscilava sem ‌uma direção firme nesta segunda-feira, com alta de blue chips como Petrobras e Vale, em meio a novo impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã pelo fim do conflito no Oriente Médio. 

A temporada de balanço brasileira continuava sob os holofotes, com BTG Pactual subindo após divulgar lucro líquido de R$4,81 bilhões no primeiro trimestre, enquanto Telefônica Brasil era ⁠destaque negativo, com resultado abaixo do esperado.

Por volta de 10h50, o Ibovespa, referência do mercado ‌acionário brasileiro, cedia 0,37%, a 183.429,08 pontos, tendo marcado 184.530,15 pontos na máxima e 183.362,67 pontos na mínima até o momento. 

O volume financeiro no pregão somava R$3,14 bilhões. 

No ‌cenário geopolítico, o presidente norte-americano, Donald Trump, considerou "totalmente inaceitável" ‌a resposta do Irã a uma proposta de paz apresentada pelos Estados Unidos. ⁠Teerã disse que acreditava que sua proposta era "generosa e responsável".

Tal desfecho sustentava o avanço dos preços do petróleo no exterior, uma vez que adia uma aguardada reabertura do Estreito de Ormuz, rota relevante de transporte da commodity. O barril sob o contrato Brent subia 1,98%, a US$103,30.

Em Wall Street, os principais índices acionários tinham oscilações contidas. O S&P 500 mostrava ‌acréscimo de 0,2%, orbitando nível recorde registrado na última sexta-feira.

De acordo com a análise gráfica ‌semanal do Ibovespa da equipe ⁠do BB Investimento, ⁠há elementos que sinalizam uma possível continuidade da realização no curtíssimo prazo, mas ainda dentro da tendência ⁠primária de alta.

"As alternâncias entre os regimes ‌de alta e baixa do Ibovespa, ‌sinais de volatilidade, podem se tornar mais frequentes, considerando três fatores: persistência dos conflitos no Oriente Médio e impactos em inflação e crescimento; proximidade das eleições, período usualmente mais volátil; e descolamento do desempenho do Ibovespa e do comportamento do ⁠dólar, que historicamente possuem correlação inversa", acrescentou em nota a clientes.

DESTAQUES

• BTG PACTUAL UNIT avançava 0,73% após reportar balanço do primeiro trimestre com novos recordes de lucro e receita, enquanto o retorno sobre patrimônio (ROAE) ficou em 26,6%.

• TELEFÔNICA BRASIL ON recuava 5,29%, após a empresa de telecomunicações que opera sob a ‌marca Vivo reportar lucro líquido de R$1,26 bilhão no primeiro trimestre de 2026, alta de 19,2% ano a ano, mas abaixo das expectativas do mercado.

• COPASA ON perdia ⁠1,12%, com o balanço também em foco. A Companhia de Saneamento de Minas Gerais teve lucro líquido de R$368 milhões no primeiro trimestre.

• ITAÚ UNIBANCO PN cedia 0,75%, BRADESCO PN perdia 0,97%, BANCO DO BRASIL ON, que divulga balanço nesta semana, recuava 0,18%, e SANTANDER BRASIL UNIT caía 0,63%.

• PETROBRAS PN subia 0,79%, endossada pela alta dos preços do petróleo no exterior. PETRORECONCAVO ON cedia 0,72%, com dados de produção também sob o holofote.

• VALE ON era negociada em alta de 1,68%, acompanhando o movimento dos futuros do minério de ferro na China. O contrato mais negociado em Daliansubiu 0,73%, a 822,5 iuanes (US$121,04) a tonelada.

• BRASKEM PNA avançava 3%, em dia de recuperação após perder quase 5% nos dois pregões anteriores. A petroquímica divulga o resultado do primeiro trimestre na terça-feira.

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