Ibovespa fecha com queda forte em novo capítulo de ajustes pós-eleição
O Ibovespa recuou 2,71% nesta quarta-feira, fechando a 170.946,55 pontos e renovando sua mínima desde agosto, com forte volume de R$ 54,77 bilhões. O pregão refletiu a continuidade dos ajustes pós-eleição presidencial no Brasil, a repercussão da decisão de política monetária nos Estados Unidos e a divulgação de balanços corporativos de grandes empresas, como Santander Brasil, Klabin e Hypera, em um cenário de intensa movimentação política e econômica.
A bolsa paulista experimentou mais uma sessão de ajustes negativos pós-eleição nesta quarta-feira, com o Ibovespa renovando mínima de fechamento desde agosto.
O pregão, porém, também foi marcado pela repercussão de decisão de política monetária norte-americana e balanços no Brasil, incluindo Santander Brasil, Klabin e Hypera, além da ida do senador Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos, derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último domingo na disputa pelo Palácio do Planalto.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 2,71%, a 170.946,55 pontos, de acordo com dados preliminares, marcando 170.162,48 na mínima e 175.711,22 na máxima do dia. O volume financeiro do pregão foi novamente robusto e somava R$54,77 bilhões antes dos ajustes finais.
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