Economista-chefe do BCE diz que não se observam impactos fortes de segunda ordem sobre a inflação
6 out
2026
- 07h59
Resumo
O economista-chefe do Banco Central Europeu, Philip Lane, afirmou que os altos custos de energia na zona do euro ainda não provocaram fortes efeitos de segunda ordem na inflação. Em entrevista à agência Ansa, Lane destacou que a intensidade do repasse desses preços para o restante da economia permanece incerta e continua sob análise, ressaltando que é simplista classificar a situação atual de forma definitiva entre um cenário puramente adverso ou básico.
O economista-chefe do Banco Central Europeu, Philip Lane, afirmou que os altos custos de energia na zona do euro ainda não provocaram fortes efeitos de segunda ordem na inflação. Em entrevista à agência Ansa, Lane destacou que a intensidade do repasse desses preços para o restante da economia permanece incerta e continua sob análise, ressaltando que é simplista classificar a situação atual de forma definitiva entre um cenário puramente adverso ou básico.
Os altos custos da energia na zona do euro ainda não geraram efeitos de inflação de segunda ordem, e a intensidade desse repasse é incerta, afirmou o economista-chefe do Banco Central Europeu, Philip Lane, à agência de notícias italiana Ansa.
"Até o momento, não observamos efeitos de segunda ordem muito fortes. Continuamos a analisá-los", disse Lane em entrevista publicada nesta terça-feira.
"É por isso que, embora eu seja um defensor desses cenários, é simplista demais afirmar que estamos no cenário adverso ou no cenário básico."
"Os preços da energia estão altos, mas a intensidade do repasse para o restante da economia permanece incerta", acrescentou Lane.
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