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Dólar segue em alta no Brasil em meio à disputa pela formação da Ptax

27 fev 2026 - 09h15
(atualizado às 10h45)
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O dólar segue ‌em alta ante o real nesta sexta-feira, em meio à disputa dos investidores pela formação da Ptax de fim de mês, enquanto no exterior a moeda norte-americana tem sinais mistos ante as demais divisas.

Notas de dólar
19/03/2025
REUTERS/Dado Ruvic
Notas de dólar 19/03/2025 REUTERS/Dado Ruvic
Foto: Reuters

No Brasil, investidores também digerem nesta manhã os dados do IPCA-15 ⁠de fevereiro, que vieram acima do esperado.

Às 10h38, o dólar à ‌vista subia 0,50%, aos R$5,1650 na venda.

Na B3, o contrato de dólar futuro para março avançava 0,51%, aos R$5,1630. Já o ‌dólar para abril tinha alta de 0,59%, ‌aos R$5,2070.

Calculada pelo Banco Central com base nas cotações ⁠do mercado à vista, a Ptax serve de referência para a liquidação de contratos futuros. No fim de cada mês, agentes financeiros tentam direcioná-la a níveis mais convenientes às suas posições, sejam elas compradas (no sentido de alta das cotações) ou vendidas em dólar (no sentido ‌de baixa).

Em função da disputa, é de se esperar maior pressão sobre ‌as cotações nos horários ⁠próximos às ⁠janelas de coleta do BC, às 10h, 11h, 12h e 13h.

No exterior, o ⁠índice do dólar mostra certa ‌acomodação nesta manhã, com a ‌moeda norte-americana apresentando movimentos contidos ante o iene, o euro e a libra. Às 10h37, o índice do dólar -- que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta ⁠de seis divisas -- subia 0,07%, a 97,794.

Mais cedo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA-15, considerado uma espécie de prévia para a inflação oficial, subiu 0,84% em fevereiro, acelerando ante os 0,20% de janeiro ‌e bem acima da projeção mediana captada em pesquisa da Reuters com economistas, de 0,57%.

Nos 12 meses até fevereiro, a taxa avançou ⁠4,10%, acima da projeção de 3,82%.

Os resultados do IPCA-15 tiveram maior impacto no mercado de renda fixa, onde as taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) dispararam, com investidores reduzindo um pouco as apostas de que o Banco Central em março cortará em 50 pontos-base a taxa básica Selic, hoje em 15%.

O diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos -- cuja taxa hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% -- vem sendo apontado como um dos fatores para atração de investimentos ao país, conduzindo as cotações do dólar a patamares mais baixos nos últimos meses.

Na quinta-feira o dólar à vista encerrou em alta de 0,28%, aos R$5,1392.

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