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Cyrela afirma que TRX desistiu de potencial aquisição envolvendo portfólio de R$2 bilhões

31 ago 2026 - 08h57
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Resumo
A Cyrela informou que a TRX desistiu da compra de seu portfólio de ativos imobiliários, avaliado em mais de R$ 2,14 bilhões. O negócio envolvia lajes corporativas no Edifício Cyrela Oscar Freire Corporate e participações em quatro galpões logísticos. Com a decisão comunicada pela gestora e pelo fundo TRX Real Estate, o memorando de entendimentos prévio foi distratado em comum acordo, sem ônus, penalidades ou obrigações adicionais para nenhuma das partes envolvidas.

A Cyrela ‌comunicou nesta segunda-feira que a TRX não pretende mais seguir com a potencial aquisição de portfólio de ativos imobiliários detidos pela companhia e suas controladas, avaliado em mais ⁠de R$2 bilhões.

No começo do mês, a ‌construtora, a gestora e o fundo de investimento imobiliário TRX Real Estate assinaram ‌um memorando de entendimentos não ‌vinculante estabelecendo os principais termos e ⁠condições de potencial operação envolvendo lajes comerciais localizadas no Edifício Cyrela Oscar Freire Corporate, situado na Rua Oscar Freire, na cidade de São Paulo, bem como participações societárias, ‌em sua maioria minoritárias, e outros direitos ‌relacionados a estruturas ⁠de investimento ⁠imobiliário detentoras de quatro galpões logísticos.

Na ocasião, a Cyrela ⁠informou que  preço ‌total atribuído ao ‌portfólio era de aproximadamente R$2,14 bilhões, podendo ser acrescido de até aproximadamente R$103 milhões caso fossem adquiridas as participações de ⁠determinados terceiros, sujeito aos mecanismos de ajuste previstos no memorando.

Em fato relevante nesta segunda-feira, a companhia afirmou que foi comunicada na noite de ‌sexta-feira por representantes da TRX de que a gestora e o fundo "não mais têm intenção ⁠de seguir com a potencial operação de aquisição de portfólio de ativos imobiliários detidos pela Cyrela e suas controladas, de acordo com os termos e condições estabelecidos em memorando de entendimentos não vinculante" firmado em 5 de agosto. 

"O MOU será, portanto, distratado nesta data, mediante acordo mútuo, sem qualquer ônus, penalidade ou obrigação adicional entre as partes", afirmou a construtora.

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