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China impede que Meta adquira startup de IA Manus

Medida foi tomada após as autoridades chinesas terem anunciado, no início deste ano, que estavam investigando o negócio; Meta disse que transação cumpriu integralmente a legislação aplicável

27 abr 2026 - 08h49
(atualizado às 09h01)
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HONG KONG - A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China, principal agência de planejamento do país, anunciou, por meio de um breve comunicado, que estava proibindo a aquisição da startup de IA Manus por uma empresa estrangeira e exigindo que todas as partes se retirassem do negócio. A comissão não mencionou especificamente a Meta, proprietária do Facebook e do Instagram.

A decisão foi definida pelo Escritório do Mecanismo de Trabalho para Revisão de Segurança de Investimentos Estrangeiros da comissão, em conformidade com as leis e regulamentos chineses.

Na foto, celular com aplicativo da Manus IA na Tela.
Na foto, celular com aplicativo da Manus IA na Tela.
Foto: Daniel Teixeira/Estadão / Estadão

A medida foi tomada após as autoridades chinesas terem anunciado, no início deste ano, que estavam investigando o negócio. A comissão não explicou os motivos da proibição.

A Meta anunciou a aquisição da Manus em dezembro, em um caso raro de um grande grupo tecnológico americano comprando uma empresa de IA com fortes ligações com a China.

Esperava-se que o acordo com a Manus, cujo agente de IA "de propósito geral" pode executar tarefas complexas em várias etapas de forma autônoma, ajudasse a expandir a oferta de IA nas plataformas da Meta.

A Meta havia afirmado que não haveria "nenhum interesse acionário chinês contínuo na Manus" e que a Manus descontinuaria seus serviços e operações na China. Mas a China afirmou em janeiro que investigaria se a aquisição seria compatível com suas leis e regulamentos.

O Ministério do Comércio da China, na época, afirmou que quaisquer empresas que realizem investimentos no exterior, exportações de tecnologia, transferências de dados e aquisições transfronteiriças devem cumprir a legislação chinesa. A Meta havia dito que a maioria dos funcionários da Manus estava baseada em Cingapura.

A Meta afirmou nesta segunda-feira, 27, em resposta, que a transação cumpriu integralmente a legislação aplicável. "Prevemos uma resolução adequada para a investigação", disse a empresa com sede na Califórnia em um comunicado. /AP

Estadão
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