Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Oferecimento Logo do patrocinador
Publicidade

Brasil ultrapassa Arábia Saudita como 2º maior fornecedor de petróleo à China de janeiro a setembro

20 out 2026 - 08h31
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
O Brasil superou a Arábia Saudita e se tornou o segundo maior fornecedor de petróleo bruto da China de janeiro a setembro de 2026, com 44,29 milhões de toneladas exportadas, contra 43,12 milhões do país árabe. Em setembro, os envios brasileiros subiram 18%, atingindo 5,15 milhões de toneladas, enquanto as vendas sauditas caíram 62%. A Rússia lidera como a maior fornecedora aos chineses, enquanto Iraque e Emirados Árabes também tiveram destaque, e países como EUA e Venezuela não registraram envios.

O Brasil ultrapassou ‌a Arábia Saudita como o segundo maior fornecedor de petróleo bruto para a China nos primeiros nove meses de 2026, segundo dados alfandegários divulgados nesta terça-feira.

• A China importou 44,29 milhões de toneladas ⁠de petróleo bruto do Brasil durante o período, ‌em comparação com 43,12 milhões de toneladas da Arábia Saudita

• Somente em setembro, as importações ‌de petróleo brasileiro atingiram 5,15 ‌milhões de toneladas, ou 1,25 milhão de ⁠barris por dia (bpd), um aumento de 18% em relação ao ano anterior

• As compras de petróleo da Arábia Saudita em setembro ficaram em 2,70 milhões de toneladas, ou 660 mil bpd, uma ‌queda de 62% em relação ao mesmo período ‌do ano anterior

• ⁠As importações ⁠de petróleo da Rússia, que é a principal fornecedora do ⁠produto à China, ‌totalizaram 9,94 milhões ‌de toneladas em setembro, ou 2,42 milhões de bpd, um aumento de 20% na comparação anual, mas uma queda de 11% em relação ⁠ao mês anterior

• As importações do Iraque ficaram em 4,84 milhões de toneladas, ou 1,18 milhão de bpd, uma queda de 19% em relação ao ano ‌anterior, mas um aumento de 248% em relação a agosto

• Dados alfandegários indicaram que não houve ⁠importações de petróleo bruto dos EUA, da Venezuela ou do Irã em setembro, assim como registrado no ano anterior.

A seguir, estão listadas as importações dos principais fornecedores, com volumes em milhões de toneladas arredondados para um dígito, com base em dados alfandegários e cálculos de variação percentual em relação ao mesmo período do ano anterior realizados pela Reuters:

País Setembro de Setembro de Variação

2026 2025 percentual

ano a ano

Indonésia 1,72 2,13 -19%

Iraque 4,84 5,97 -19%

Kuwait 1,62 0,95 71%

Malásia 1,16 3,87 -70%

Omã 1,22 2,68 -54%

Arábia 2,70 7,13 -62%

Saudita

Emirados 3,00 2,86 5%

Árabes

Unidos

Angola 0,93 2,15 -57%

Rússia 9,94 8,29 20%

Brasil 5,15 4,37 18%

EUA 0 0 -

Venezuela 0 0 -

Irã 0 0 -

(Tonelada métrica = 7,3 barris para conversão de petróleo bruto)

Reuters Reuters - Esta publicação inclusive informação e dados são de propriedade intelectual de Reuters. Fica expresamente proibido seu uso ou de seu nome sem a prévia autorização de Reuters. Todos os direitos reservados.
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra