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Brasil gera 129,7 mil vagas formais em julho, menor número para o mês desde 2020

Saldo ficou 32,2% abaixo do que o observado em julho de 2024 , aponta Caged

27 ago 2025 - 15h29
(atualizado às 15h56)
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BRASÍLIA - O mercado de trabalho brasileiro criou 129.775 novos empregos formais em julho, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta-feira, 27, pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Em junho, o saldo havia sido positivo em 162.388 vagas, já incorporando os ajustes na série. É o menor resultado para o mês de julho desde 2020.

O resultado ficou abaixo da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, que apontava para um saldo positivo de 135 mil novas vagas. As expectativas para esta leitura variam de 110 mil a 185.521 vagas.

O saldo do mês é 32,2% menor do que o observado em julho de 2024, quando foram criados 191.373 novos postos de trabalho, considerando a série com ajustes. O Caged registrou 2.251.440 admissões e 2.121.665 demissões em julho deste ano.

O saldo de janeiro a julho é positivo em 1.347.807 postos formais, um resultado 10,3% menor do que o observado no mesmo período de 2024, quando foram criados 1.503.467 novos empregos formais. No acumulado de 12 meses, os números mostram 1.523.904 contratações líquidas.

Setores

Todos os cinco grandes setores acompanhados pelo Ministério do Trabalho e Emprego tiveram criação líquida de empregos em julho.

O setor de serviços teve a criação mais expressiva, com 50.159 novos postos de trabalho formal. É o equivalente a 38,6% do saldo do Caged no mês, positivo em 129.775 vagas.

O comércio abriu 27.325 novas vagas em julho, e

gropecuária, 8.795 vagas. O saldo da indústria foi positivo em 24.426 postos de trabalho. A construção civil, por sua vez, teve geração líquida de 19.066 vagas.

Estados

Em julho, 25 das 27 unidades federativas registraram saldos positivos. Tiveram maior saldo São Paulo (42.798 vagas), Mato Grosso (9.540 postos) e Bahia (9.436 postos).

Os menores saldos foram registrados no Espírito Santo (-2.381 vagas) e Tocantins (-61 postos).

'Salário de entrada está muito baixo', diz ministro

O salário médio real de admissão foi de R$ 2.277.51, uma redução de R$ 5,64 (-0,25%) em relação a junho, e de R$ 1,07 (-0,05%) frente a julho de 2024.

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta quarta-feira que o salário de entrada está "muito baixo". "É preciso que o empresariado observe isso para oferecer salários condizentes, não desestimular a população, especialmente a juventude".

Estadão
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