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Bahia teve a maior taxa de desemprego no terceiro trimestre

Com taxa de 16,8%, Estado foi seguido por Amapá e Pernambuco; em São Paulo o desemprego recuou de 12,8% para 12%, segundo o IBGE

19 nov 2019 09h38
| atualizado às 11h07
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RIO - A taxa de desemprego permaneceu estatisticamente estável em 25 das 27 Unidades da Federação no terceiro trimestre deste ano em relação aos três meses anteriores, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada nesta terça-feira, 10, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa no total do País no terceiro trimestre de 2019 foi de 11,8% ante 12,0% no segundo trimestre. No terceiro trimestre do ano passado foi de 11,9%.

As maiores taxas foram observadas na Bahia (16,8%), Amapá (16,7%) e Pernambuco (15,8%)
As maiores taxas foram observadas na Bahia (16,8%), Amapá (16,7%) e Pernambuco (15,8%)
Foto: Reprodução Instagram @prefsalvador

As maiores taxas foram observadas na Bahia (16,8%), Amapá (16,7%) e Pernambuco (15,8%). Os menores resultados ocorreram em Santa Catarina (5,8%), Mato Grosso do Sul (7,5%) e Mato Grosso (8,0%).

No Estado de São Paulo, a taxa de desocupação recuou de 12,8% no segundo trimestre para 12,0% no terceiro trimestre deste ano.

No terceiro trimestre, o País tinha 3,150 milhões de pessoas em busca de emprego há dois anos ou mais. Nos três meses anteriores, esse contingente era de 3,347 milhões de desempregados. Em relação ao terceiro trimestre de 2018, esse total teve queda de 1,2%.

O brasileiros que procuraram emprego há mais de um ano, mas menos de dois anos, somaram 1,700 milhão. O grosso dos desempregados no terceiro trimestre, 5,863 milhões, estava em busca de uma vaga havia pelo menos um mês, mas menos de um ano. Na faixa dos que tentavam encontrar um trabalho havia menos de um mês estavam 1,801 milhão de pessoas.

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Estadão
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