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Reality Shows

Novo filme de Marcus Majella resgata ideias deixadas por Paulo Gustavo

Marcus Majella fala sobre legado de Paulo Gustavo, bastidores emocionantes e o peso afetivo de "Agentes Muito Especiais"

17 jan 2026 - 15h22
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Marcus Majella abriu o coração ao comentar o lançamento de "Agentes Muito Especiais", longa que chega aos cinemas carregando muito mais do que humor e cenas eletrizantes. O filme nasceu de uma ideia desenvolvida ao lado de Paulo Gustavo e, segundo o ator, tornou-se também um espaço de homenagem, afeto e continuidade de sonhos interrompidos. Em entrevista ao Gshow, Majella destacou que o projeto guarda a essência criativa do amigo, morto em 2021, aos 42 anos, vítima de complicações da Covid-19.

Paulo Gustavo e Marcus Majella
Paulo Gustavo e Marcus Majella
Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

Ao falar sobre o impacto emocional do trabalho, o ator confessou: "Esse filme mexe muito comigo. Em alguns momentos sinto a ausência do Paulo e penso como gostaria que ele estivesse aqui para viver esse sonho ao meu lado. Ao mesmo tempo, existe um grande orgulho, porque conseguimos realizar algo que era muito importante para ele".

A origem do projeto, segundo Majella, está diretamente ligada à inquietação criativa de Paulo Gustavo. "Esse projeto nasceu de um desejo verdadeiro do Paulo. Ele estava encantado com a ideia de misturar ação e comédia. Tenho certeza que ficaria emocionado ao ver o resultado. Há muito dele nesse filme ideias, escolhas e sonhos que construímos juntos ao longo dos anos. Não tem como não se emocionar", disse.

Após a perda do amigo, o ator chegou a pensar em abandonar o longa, mas mudou de ideia após um pedido especial. "Estava decidido a não fazer, mas pedido de mãe não dá para negar. Ainda mais essa mãe sendo a dona Dea. Deu medo sim, mas achei importante fazer essa homenagem", explicou, citando Déa Lúcia, mãe de Paulo Gustavo.

No filme, Majella interpreta Jeff, policial que forma dupla com Johnny, vivido por Pedroca Monteiro. Juntos, eles tentam integrar a elite da polícia do Rio de Janeiro e acabam envolvidos em uma missão que os coloca frente a frente com Onça, personagem de Dira Paes. Sobre a parceria, o ator revelou: "A Dira é uma atriz deslumbrante e eu estava o tempo inteiro com um frio na barriga e ao mesmo tempo emocionado em estar contracenando com ela".

Como a amizade e o humor moldaram os bastidores do filme?

A intimidade entre Marcus Majella e Pedroca Monteiro também atravessa o longa e trouxe desafios curiosos no set. "Por termos tanta intimidade, aí que mora o perigo, a concentração tinha que ser redobrada, porque era um pulo para cairmos na gargalhada. Sorte nossa que o diretor Pedro Antônio também entrava no clima. Quando a risada chega ao set, é sinal de bênção. Também temos que respeitar", contou o ator ao Gshow.

Além do tom cômico, Majella encarou uma rotina intensa de preparação física, com aulas de tiro, defesa pessoal e participação direta nas cenas de ação. "Fiz 95% delas, mas ainda não sou um Tom Cruise", brincou.

Encerrando a conversa, ele relembrou uma história que traduz bem a mente inquieta de Paulo Gustavo: "Ele sempre foi um cara cheio de ideias. Um dia me ligou às 3 horas da manhã dizendo que queria interpretar a Xuxa no teatro. Passamos horas ao telefone! Eu seria sua paquera. Ele era tão doido, que ligou para a Rainha dos Baixinhos para pedir a nave. Juro! Ele estava disposto a fazer a peça acontecer. Encontrei com a Xuxa há pouco tempo, relembramos essa e outras histórias, rimos muito e também nos emocionamos".

Confira:

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