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Programa de Andréia Sadi na GloboNews enfrenta 3ª repercussão negativa em menos de 1 mês

Nova polêmica envolve a apresentadora usar como fonte um denunciado ao STF pelo 8 de janeiro

19 abr 2026 - 10h53
(atualizado às 10h53)
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Aconteceu de novo. O ‘Estúdio i’, de Andréia Sadi, voltou a ser alvo de críticas e questionamentos nas redes sociais.

A nova controvérsia surgiu quando a apresentadora revelou no programa de sexta-feira (17) ter recorrido a um denunciado pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro como fonte de informação.

“Deixa eu trazer uma apuração que eu fiz lá para o blog. Bolsonaristas estão articulando a retomada da Lei Magnitsky para o ministro Alexandre de Moraes. Conversei com o Paulo Figueiredo ontem, que está nos Estados Unidos, um dos mais próximos aliados da família Bolsonaro, faz uma espécie de dobradinha com o Eduardo Bolsonaro”, disse.

Paulo Figueiredo é jornalista e tem um canal no YouTube com mais de 800 mil inscritos. Está entre os mais aguerridos críticos do governo Lula e do STF.

Ele foi comentarista de política na Jovem Pan News. Acabou demitido em 2023, após o Ministério Público Federal abrir investigação contra o canal por veiculação de notícias falsas. 

Há lógica na indignação contra Sadi e a GloboNews, mas, se um jornalista não puder conversar profissionalmente com denunciados ou condenados pela Justiça, estaria proibido de acessar dezenas de políticos influentes do Congresso que aparecem diariamente na TV.

Se a âncora do ‘Estúdio i’ apurou e checou a informação recebida de Paulo Figueiredo, não há erro jornalístico. O problema se dá no campo da ética — e na imagem pejorativa que se associa a ela e ao canal.

Andréia Sadi no 'Estúdio i' de 17 de abril, quando contou ter conversado com Paulo Figueiredo
Andréia Sadi no 'Estúdio i' de 17 de abril, quando contou ter conversado com Paulo Figueiredo
Foto: Reprodução/TV

Recentemente, o programa vespertino da GloboNews passou por outros dois episódios com repercussão negativa.

O PowerPoint exibido no telão em 20 de março, associando o presidente Lula e o PT diretamente a Daniel Vorcaro, do Banco Master, gerou um pedido de desculpas de Sadi e um posicionamento do chefe do Executivo.

“Eu tive uma conversa com um dirigente da Globo para mostrar a irresponsabilidade daquele PowerPoint”, afirmou Lula em entrevista a veículos de esquerda na semana passada.

“Como já fui muito vítima muitas vezes, tive uma conversa muito séria, pois não dá para a gente admitir mais esse tipo de sacanagem, não dá.”

No período em que Andréia Sadi esteve fora do ar, logo após a polêmica, a substituta na função, Marina Franceschini, disse uma frase infeliz ao comentar as diversidades de gênero e racial na missão lunar Artemis II.

“Um homem, um negro e uma mulher.” 

As redes sociais interpretaram como uma desumanização do astronauta preto, enxergando “racismo estrutural” ou “racismo inconsciente”.

Sob ataques, a jornalista desativou seu perfil em uma rede social.

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