Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Os especialistas em psicologia são unânimes: as pessoas que não gostam de abraços não o fazem por desinteresse, mas por terem uma maior sensibilidade aos estímulos físicos

Descubra por que um simples abraço pode causar desconforto em algumas pessoas e o que a psicologia revela sobre sensibilidade física

7 set 2026 - 15h34
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Especialistas em psicologia afirmam que evitar abraços não indica frieza, arrogância ou desinteresse, mas sim uma maior sensibilidade a estímulos físicos e características individuais. Esse desconforto costuma estar ligado a vivências da infância — como a frequência de carinho na rotina familiar — e ao estilo de apego de cada um, em que pessoas com maior necessidade de autonomia tendem a rejeitar a proximidade física intensa por receio de vulnerabilidade emocional.
Tia Milena, do BBB 26, não gostava de receber abraços.
Tia Milena, do BBB 26, não gostava de receber abraços.
Foto: Reprodução/TV Globo / Purepeople

Enquanto algumas pessoas demonstram carinho com naturalidade, outras preferem manter uma certa distância. Para elas, uma demonstração de afeto que parece natural para muita gente pode causar desconforto, tensão ou até vontade de se afastar. Mas esse afastamento é sinônimo de arrogância? 

Para a psicologia, evitar abraços não significa necessariamente falta de afeto, frieza ou desinteresse pelas pessoas. O comportamento pode estar relacionado a diferentes características individuais, experiências de vida e até à forma como cada pessoa percebe estímulos físicos.

Uma das possibilidades apontadas por especialistas é a influência das experiências da primeira infância. A professora Suzanne Degges-White, da Universidade do Norte de Illinois, explica que a relação com o contato físico pode começar a ser construída muito cedo. 

Crianças que cresceram em ambientes nos quais abraços e outras manifestações físicas de carinho eram comuns podem desenvolver maior familiaridade com esse tipo de contato.

Quando isso não fazia parte da rotina familiar, receber ou oferecer abraços pode ser menos natural na vida adulta. Isso, entretanto, não significa que uma pessoa tenha necessariamente tido uma infância problemática. 

Outro fator que pode entrar nessa equação é o estilo de apego. Pessoas que evitam contato a qualquer custo podem apresentar maior necessidade de autonomia e sentir desconforto diante de situações que envolvam muita proximidade ou vulnerabilidade emocional. 

O contato físico intenso pod...

Veja mais

Matérias relacionadas

Os especialistas em psicologia são unânimes quando se trata de voltar com seu ex: 'Não volte só porque está entediado ou porque tem medo de não encontrar mais ninguém'

A psicologia diz que a parte mais solitária de envelhecer não é estar sozinho, mas sim perceber que algumas amizades não sobrevivem quando você para de tomar a iniciativa e ter disposição em fazer todo o trabalho

A psicologia diz que as pessoas mais solitárias na vida não são aquelas de quem ninguém gosta: são as pessoas gentis e prestativas que todos apreciam, mas ninguém pensa em procurar

A psicologia diz que as pessoas mais magnéticas não são charmosas, engraçadas ou bem-sucedidas: são aquelas que fazem você sentir que pode parar de se esforçar

As pessoas mais felizes com mais de 70 anos não são aquelas que se aposentaram com mais dinheiro ou com melhor saúde: são aquelas que construíram pelo menos um relacionamento em que não precisam fazer nada

Purepeople
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra